O IIF (Instituto de Finanças Internacionais, traduzido para o português) emitiu um relatório nesta última quinta-feira positivo para os mercados emergentes de maneira abrangente.

O relato do IIF

A instituição relata que as praças emergentes sofreram uma fase relativamente longa de saída de capitais, mas que, entretanto, esta situação se reverteu muito positivamente, citando as fortes entradas de recursos aos emergentes observadas nas últimas semanas.

A entrada relevante de capitais nos mercados emergentes pode continuar pelo menos até o final deste ano. Analistas da instituição explicaram que os avanços nas vacinas contra o coronavírus ajudaram recuperar a demanda global e incentivou investidores a tomarem mais risco nas praças emergentes.

Levantamento do IIF

De acordo com o levantamento do IIF aponta que a enxurrada de fluxo atual para as praças emergentes (desconsiderando apenas China) ocorre no ritmo mais forte registrado desde o segundo trimestre de 2014.

Além disso, a instituição afirmou que o quarto trimestre deste ano poderá marcar história para os mercados emergentes, já que existe potencial de alcançar o maior volume de emissão de dívida desde o início das medições.

A queda do endividamento recorde

Na realidade, a emissão de dívida está batendo recorde também nas praças desenvolvidas. Rishi Sunak, ministro das Finanças do Reino Unido, afirmou ontem que o endividamento recorde não deve cair numa velocidade suficiente para se manter sustentável a longo prazo. As projeções apontam que o déficit orçamentário deste ano deverá atingir o nível mais alto desde a Segunda Guerra Mundial.

Isso significa que o Reino Unido será forçado estudar opções difíceis após o término da pandemia, incluindo a elevação de impostos. Esta agenda está no horizonte para vários países no mundo inteiro.

A Alemanha também está com as finanças comprometidas. O planejamento para a dívida do próximo ano sofreu reajuste de quase 100%, para mais de 180 bilhões de euros, em função da nova onda de lockdown. Anteriormente a Alemanha pretendia tomar emprestado no mercado 84 bilhões em 2021 para bancar o apoio financeiro à empresas e famílias.

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