Finanças Inteligentes https://financasinteligentes.com Fri, 11 Sep 2020 18:23:24 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.3.4 https://financasinteligentes.com/wp-content/uploads/2019/12/cropped-Screen-Shot-2019-12-11-at-14.01.57-32x32.png Finanças Inteligentes https://financasinteligentes.com 32 32 Como funciona uma assessoria de investimentos? https://financasinteligentes.com/2020/09/assessoria-de-investimentos.html?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=assessoria-de-investimentos https://financasinteligentes.com/2020/09/assessoria-de-investimentos.html#respond Fri, 11 Sep 2020 18:21:10 +0000 https://financasinteligentes.com/?p=9734 O mundo dos investimentos é amplo, requer muito estudo e frequentes atualizações. Se você deseja ingressar neste mercado, mas não sabe por onde começar, você pode contar com uma assessoria de investimentos! A assessoria de investimentos é um serviço personalizado de recomendação de investimentos, que oferece segurança, conhecimento, e acessibilidade aos diversos produtos financeiros disponíveis no mercado. […]

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O mundo dos investimentos é amplo, requer muito estudo e frequentes atualizações. Se você deseja ingressar neste mercado, mas não sabe por onde começar, você pode contar com uma assessoria de investimentos!

assessoria de investimentos é um serviço personalizado de recomendação de investimentos, que oferece segurança, conhecimento, e acessibilidade aos diversos produtos financeiros disponíveis no mercado.

O responsável por exercer a função é o Assessor de Investimentos, profissional autorizado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), após ser aprovado pela certificação  técnica da Ancord.

Portanto, é um especialista no mercado financeiro e será responsável pelo atendimento ao cliente, que irá buscar e apresentar os melhores ativos financeiros, de acordo com cada perfil, passar orientações sobre o mercado, além de receber e transmitir as ordens para os sistemas da corretora.

Como é feita a Assessoria de Investimentos?

O primeiro passo, será realizar um estudo do seu Perfil de investidor, que identificará o seu estilo e sua tolerância ao risco, a duração dos seus investimentos e a liquidez que você necessita.

Basicamente, existem três tipos de perfis de investidor: conservador, moderado e arrojado, que diferem entre si pela tolerância ao risco e pela expectativa de ganhos.

Sendo assim, com base no resultado desse estudo e em reuniões que são realizadas para conhecer o cliente e seus objetivos, o Assessor de Investimentos consegue indicar as aplicações que fazem mais sentido para você.

O trabalho do Assessor é constante e não termina com a recomendação da carteira adequada. Você terá, além do atendimento personalizado e pessoal, um acompanhamento com reuniões periódicas para revisão da sua carteira, de acordo com possíveis mudanças no seu perfil e surgimento de novas opções de investimentos.

Quanto custa ter um Assessor de Investimentos?

Conforme instrução CVM 497, os assessores não podem cobrar e nem receber qualquer remuneração de seus clientes. Portanto, o serviço do assessor de investimentos para o cliente, é gratuito.

Deste modo, quando um investidor aplica seu dinheiro diretamente na corretora, sem nenhuma orientação de um assessor, ele terá os mesmos custos do que contando com o apoio profissional.

Os assessores são remunerados pelas próprias corretoras a que são vinculados, e esta remuneração vem do lucro líquido da carteira do assessor, sendo assim, é um profissional 100% focado no cliente e em seus resultados. Caracterizando um ótimo exemplo de relação ganha-ganha, onde o assessor receberá as comissões de acordo com o lucro obtidos pelos seus clientes.

Eu preciso de uma Assessoria de Investimentos?

Em outras áreas da vida, costumamos contar com o apoio de profissionais, que estudaram determinado assunto para solucionar nossos problemas. É o caso dos advogados, dentistas, arquitetos. Com a área financeira não é diferente.

Deste modo, você precisa de um especialista técnico e qualificado, que está por dentro do mercado, e que traga as informações necessárias sobre os investimentos disponíveis, te orientando a tomar decisões assertivas. Além de te indicar os prazos, riscos, vantagens e atribuições de cada investimento.

A JB3 investimentos possui uma equipe de especialistas pronta para te ajudar a ingressar no mercado financeiro. Clique aqui e agende uma conversa gratuita com um Assessor de Investimentos.

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A relação entre mulheres e finanças https://financasinteligentes.com/2020/09/mulheres-e-financas.html?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=mulheres-e-financas https://financasinteligentes.com/2020/09/mulheres-e-financas.html#comments Thu, 10 Sep 2020 14:48:07 +0000 https://financasinteligentes.com/?p=9725 A relação entre mulheres e finanças vem sendo tratada com especial destaque nos últimos tempos. Historicamente, a preocupação relativa ao provimento da casa, bem como o planejamento para que esse recurso se perpetuasse teve protagonismo masculino. Entretanto, atualmente, grande parte dos lares conta com homens e mulheres como provedores, ainda que com certa disparidade salarial, […]

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A relação entre mulheres e finanças vem sendo tratada com especial destaque nos últimos tempos. Historicamente, a preocupação relativa ao provimento da casa, bem como o planejamento para que esse recurso se perpetuasse teve protagonismo masculino. Entretanto, atualmente, grande parte dos lares conta com homens e mulheres como provedores, ainda que com certa disparidade salarial, em muitos casos.

Tal cenário gera diversas consequências, uma delas é um menor interesse feminino ou até mesmo menor abertura para o mercado financeiro. Isso se traduz no fato de que ainda contamos com um número reduzido de mulheres investidoras na Bolsa de Valores brasileira, bem como poucas profissionais certificadas nesse mercado.

Ainda que as mulheres ocupem posição de destaque na organização de despesas e orçamento do dia a dia, a maior parte delas não possui grande participação em relação às decisões de longo prazo. Tal fato é bastante preocupante, principalmente ao se levar em conta que a expectativa de vida feminina é mais alta que a dos homens.

Nesse artigo, trouxemos alguns dados que ilustram o atual cenário da relação entre mulheres e finanças e participação no mercado financeiro.

Entendendo a relação entre mulheres e finanças no mundo

Para entender melhor a atual situação da participação feminina em relação às finanças familiares, a UBS realizou uma pesquisa entre setembro de 2017 e janeiro de 2019. Foram entrevistadas cerca de 3.700 mulheres casadas, viúvas e divorciadas na Alemanha, Brasil, Estados Unidos, Hong Kong, Itália, México, Reino Unido, Singapura e Suíça.

A pesquisa apontou que mais de 80% das mulheres do mundo estão extremamente envolvidas com as suas finanças de curto prazo, tais como despesas diárias, orçamento e fluxo de dinheiro.

Curiosamente, entretanto, quase 60% das mulheres não estão inteiradas dos aspectos mais importantes de suas seguranças financeiras, tais como investimento, seguro, aposentadoria e outros planejamentos de longo prazo.

Além disso, 68% das mulheres entrevistadas acreditam que viverão mais do que os seus cônjuges. Contudo, apenas 23% estão envolvidas no planejamento de longo prazo.

Dentre as razões apresentadas por essas mulheres para delegar a atuação nos investimentos, as que apareceram com maior frequência foram:

  • 82% acreditam que seus cônjuges sabem mais sobre o assunto;
  • 79% utilizaram o conceito ‘dividir para conquistar’, comentando que dão atenção a outras responsabilidades;
  • 78% afirmaram que isso ocorre pois é o cônjuge quem sustenta a família;
  • 68% não possuem interesse em planejamento e investimento; e
  • 67% comentaram que o cônjuge possuía mais bens na ocasião do casamento.

Outro dado apresentado, indo bastante de encontro ao que costumamos pensar, mostra que mulheres jovens têm perpetuado este cenário. Cerca de 60% das mulheres abaixo de 50 anos delegam as decisões aos seus cônjuges, em comparação a 55% das mulheres acima de 50 anos.

As mulheres mais jovens têm mais probabilidade de dizer que possuem responsabilidades mais urgentes do que planejamento financeiro e de investimento. Elas também têm mais probabilidade de acreditar que seus cônjuges possuem mais conhecimentos sobre finanças de longo prazo do que elas possuem.

O ponto positivo apresentado foi que os índices de delegação entre as mulheres jovens está entre os mais baixos no Brasil, ficando em 40%.

Participação feminina no Brasil

A relação entre mulheres e finanças é um tema muito importante.

No Brasil, felizmente, o cenário é um pouco diferente. 55% das mulheres no Brasil assumem o controle ou dividem a responsabilidade igualmente com o cônjuge, quando se trata do planejamento financeiro de longo prazo. 

Mesmo que seja um cenário mais positivo em relação aos outros países, ainda deixa 45% mal preparadas para administrar as necessidades financeiras durante momentos críticos das suas vidas, como o divórcio ou a morte do cônjuge.

Por outro lado, 87% das brasileiras acreditam que viverão mais do que seu cônjuge e estão cientes da importância das necessidades financeiras de longo prazo. Nesse sentido, a pesquisa realizada pela UBS obteve os dados apresentados abaixo:

Dados da Bolsa de Valores brasileira, a B3, referentes ao mês de agosto, sobre o perfil de investidores brasileiros revelam que o número de mulheres com conta na B3 cresceu 91% em relação a dezembro de 2019, passando de 388.497 para 742.719.

No geral, o número de participantes pessoa física na bolsa aumentou 71% no mesmo período. Contudo, as mulheres ainda representam cerca de 24% destes investidores totais, média que tem se mantido estável nos últimos 10 anos.

Os estados que se destacaram neste indicador foram: Distrito Federal com 27,3% de investidoras na bolsa, Rio de Janeiro (26,4%) e São Paulo (26.1%). 

Trazendo essa análise para o estado de Santa Catarina, no mês de agosto, as mulheres representaram menos de 23% do número de investidores. Em termos de volume financeiro investido na bolsa, essa representatividade é ainda menor: 20% dos recursos dos CPFs de Santa Catarina é de patrimônio feminino

A atuação feminina dentro do mercado financeiro

Essa menor atuação feminina no que se refere às decisões relacionadas aos investimentos de longo prazo, também se mostra presente dentro do mercado de trabalho.

Olhando para algumas certificações detidas por profissionais do mercado financeiro, temos: 23% de mulheres com CFP (Certified Financial Planner) – o principal certificado de planejador financeiro no país -, 15% com CNPI (analistas habilitados pela Apimec) e 11% com CFA (Chartered Financial Analyst).

Entre gestores de carteiras, qualificação mensurada pela certificação CGA da ANBIMA, vemos uma relação ainda pior: apenas 6% são mulheres. Em uma pesquisa realizada no mês de agosto de 2020, o Banco Goldman Sachs observou que entre os 496 fundos de investimentos analisados, 77% são comandados apenas por homens

Enquanto isso, apenas 63 fundos (13% do total) são considerados administrados realmente por mulheres, sendo que apenas 14 possuem apenas mulheres na gestão (o restante conta com mulheres na composição da equipe). Do total de volume financeiro sob gestão, 57% estão nas mãos de fundos exclusivamente masculinos.

A pesquisa mostrou também que, ao cruzar dados de rentabilidade com o perfil da equipe de gestão, os fundos que têm ao menos um terço da sua equipe de gestão composta por mulheres conseguiu uma rentabilidade de 1 ponto percentual maior do que aqueles sem mulheres no quadro, isso em 2020.

Considerando o período de janeiro até 26 de agosto de 2020, os fundos com nenhuma mulher tiveram uma performance negativa de 1,6 ponto percentual em relação ao benchmark. Já os fundos que tem ao menos 33% da gestão feminina se saíram melhor: tiveram uma performance média negativa de 0,6 ponto percentual em relação à referência.

“Os fundos administrados por mulheres resistiram a muitas das oscilações do mercado, com o fundo superando seu benchmark em 0,50 ponto percentual em média desde o início do ano até 23 de março. Por outro lado, o fundo típico sem gestoras mulheres ficou 0,20 ponto percentual abaixo de seu benchmark durante aquele período”, comentam no relatório os estrategistas do Goldman, liderados por David Kostin.

Relação gastos e renda

Além dos aspectos apresentados pela pesquisa da UBS, a fim de entender porque as mulheres investem menos do que os homens, é importante explorarmos a relação entre o que ganham e suas despesas. 

Talvez você já tenha ouvido falar do “pink tax” (“taxa rosa”, em tradução livre). Essa taxa se refere ao fenômeno no qual versões “femininas” de produtos são mais caras do que aquelas que são direcionadas ao consumo masculino – mesmo que sejam iguais.

Apesar de muitos acreditarem que este fenômeno não passa de um mito, diversos estudos feitos ao redor do mundo comprovam tal teoria. Em 2018, a ESPM conduziu um estudo no Brasil que constatou que produtos voltados às mulheres chegam a ser até 12,3% mais caros do que as suas versões destinadas aos homens

Por outro lado, quando se trata de renda, a relação é inversa. Segundo o DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), no último trimestre de 2019, as mulheres receberam, em média, 22% a menos do que os homens. Entre os trabalhadores de ensino superior, essa diferença chegou a até 38%. 

Quando olhamos para atuação em gerência e diretoria de empresas, segundo o mesmo estudo, as mulheres ocupam cerca de 40% dos cargos com uma diferença salarial de 29% a menos do que os homens. E mesmo quando atuam no mesmo cargo, no Brasil, as mulheres recebem cerca de 9,2% a menos do que os homens, restando clara a disparidade salarial.

Ainda que estes não sejam os únicos fatores responsáveis por uma menor participação feminina como investidoras, também ajudam a explicar essa questão. Uma vez que estão sujeitas a menores salários e produtos mais caros, isso impacta diretamente na parcela de renda a ser investida.

5 insights sobre o artigo

Considerando todos os dados e informações aqui apresentados, separamos 5 insights para você levar dessa leitura:

  1. Quando se trata de planejamento financeiro de longo prazo, os homens dominam as decisões familiares. Na maioria dos casos, as mulheres acreditam saber menos sobre o assunto e que devem deixar essa atividade aos cônjuges por eles serem os principais provedores da família;
  2. O crescimento de mulheres investidoras na Bolsa de Valores têm ocorrido junto ao movimento de novos entrantes no mercado financeiro, mas em termos percentuais sua participação continua baixa;
  3. No Brasil e no mundo, a participação feminina no mercado financeiro ainda é muito pequena. Entretanto, os dados comprovam que equipes com diversidade de gênero têm apresentado melhores resultados;
  4. A disparidade salarial entre gêneros ainda é representativa. Ao ganhar menos, a poupança e consequente investimento realizado por mulheres são impactados negativamente;
  5. Informação e conhecimento são muito importantes na independência financeira feminina. Compartilhe os dados que você conheceu através deste conteúdo e inicie conversas sobre o assunto!

Quer saber mais sobre mulheres e finanças? Converse com uma de nossas Assessoras clicando aqui!

*Este artigo foi elaborado em coautoria com a Ruth Mendes Toledo, Diretora Administrativa da JB3 Investimentos.

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O perigo da inflação https://financasinteligentes.com/2020/09/o-perigo-da-inflacao.html?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=o-perigo-da-inflacao https://financasinteligentes.com/2020/09/o-perigo-da-inflacao.html#respond Wed, 09 Sep 2020 19:32:33 +0000 https://financasinteligentes.com/?p=9722 Muito provavelmente você já ouviu alguma história de alguém que guardava dinheiro debaixo da cama, ou se deparou com um aumento dos preços no supermercado. É sobre isso que iremos falar nesse artigo, a tão temida inflação. Entendendo a inflação Basicamente, a inflação refere-se a um aumento contínuo e generalizado dos preços em uma economia.  […]

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Muito provavelmente você já ouviu alguma história de alguém que guardava dinheiro debaixo da cama, ou se deparou com um aumento dos preços no supermercado. É sobre isso que iremos falar nesse artigo, a tão temida inflação.

Entendendo a inflação

Basicamente, a inflação refere-se a um aumento contínuo e generalizado dos preços em uma economia. 

Se você tem mais de 30 anos viveu a época pré Plano Real, quando o Brasil passava por um período de hiperinflação. Muitos tiveram suas poupanças congeladas pelo Plano Collor em uma tentativa de frear a inflação, que alcançou 1232,71% em 1989.

A inflação no Brasil é medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), responsabilidade do IBGE. O IPCA é o termômetro da economia Brasileira, levando em consideração as famílias com rendimentos de 1 a 40 salários mínimos. Esse índice de preços tem como unidade de coleta estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços, concessionárias, serviços públicos e internet. Sua coleta estende-se, em geral, do dia 01 a 30 do mês de referência.

Todas as economias do mundo passam pelo processo de desvalorização de sua moeda. Segundo dados do FED, o Dólar Americano perdeu 50,5% do seu valor entre 01/2000 (Janeiro de dois mil) e 01/2020 (Janeiro de dois mil e vinte) quando, nesse mesmo período, o Real Brasileiro perdeu 235,61%. Ou seja, em 20 anos, um produto de US$100,00 passou a custar US$150,50 enquanto um produto de R$100,00 agora custa R$335,61.

Inflação histórica brasileira

Dezembro de 1999 8,94% Dezembro de 2009 4,31%
Dezembro de 2000 5,97% Dezembro de 2010 5,91%
Dezembro de 2001 7,67% Dezembro de 2011 6,50%
Dezembro de 2002 12,53% Dezembro de 2012 5,84%
Dezembro de 2003 9,30% Dezembro de 2013 5,91%
Dezembro de 2004 7,60% Dezembro de 2014 6,41%
Dezembro de 2005 5,69% Dezembro de 2015 10,67%
Dezembro de 2006 3,14% Dezembro de 2016 6,29%
Dezembro de 2007 4,46% Dezembro de 2017 2,95%
Dezembro de 2008 5,90% Dezembro de 2018 3,75%

Investimentos à prova de inflação

Alguns investimentos se beneficiam da inflação, são eles: Tesouro IPCA, Tesouro IPCA+, Debêntures, LCI e LCA e Fundos imobiliários. Saiba mais sobre estes investimentos clicando aqui.

Para sabre mais sobre estes investimentos e montar uma carteira diversificada e de acordo com seu perfil, converse com um de nossos assessores clicando aqui!

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Entenda a Renda Fixa https://financasinteligentes.com/2020/09/entenda-a-renda-fix.html?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=entenda-a-renda-fix https://financasinteligentes.com/2020/09/entenda-a-renda-fix.html#respond Tue, 08 Sep 2020 20:22:15 +0000 https://financasinteligentes.com/?p=9716 Hoje, com a poupança em taxa mínima histórica, cada vez mais os brasileiros vêm buscando a renda fixa como opção para abandonarem a poupança e darem os primeiros passos para investirem seu patrimônio em algo realmente rentável e com menos risco. Mas na hora de tomar essa decisão, de migrar da poupança para um investimento […]

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Hoje, com a poupança em taxa mínima histórica, cada vez mais os brasileiros vêm buscando a renda fixa como opção para abandonarem a poupança e darem os primeiros passos para investirem seu patrimônio em algo realmente rentável e com menos risco.

Mas na hora de tomar essa decisão, de migrar da poupança para um investimento mais vantajoso, o investidor precisa saber que existem opções seguras, com liquidez e bons rendimentos ao longo prazo na renda fixa e que não precisa necessariamente migrar da poupança diretamente para a renda variável.  Essa decisão deve ser tomada levando em conta o seu perfil de investidor.  

Características da renda fixa

A principal característica de um investimento em renda fixa é que os rendimentos já são conhecidos pelo o investidor na data da aplicação. Investimentos de renda fixa são geralmente atrelados a um índice, que pode ser, por exemplo, a taxa Selic, o IPCA (inflação) ou ainda o CDI (certificado de depósitos interbancários).

Em geral, esses investimentos são seguros, pois podem ter o FGC (Fundo Garantidor de Créditos) como garantia ou o governo no caso dos Títulos Públicos. Além disso, produtos financeiros com rendimentos fixados são boas opções, especialmente para o longo prazo. Os títulos de renda fixa costumam ter alta liquidez, que se refere ao potencial que um ativo ou investimento tem de ser convertido em dinheiro. Diversos produto de renda fixa têm a liquidez alta pelo grande volume de operações.

Os exemplos abaixo são investimentos de renda fixa com boa rentabilidade, liquidez e sobre os quais não incide imposto de renda. 

  • Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) e Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA): são emitidos por companhias securitizadoras e não são assegurados pelo FGC, mas os investidores podem ter garantias específicas referentes às suas operações. Clique aqui!
  • Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e Letra de Crédito do Agronegócio (LCA): podem ser pré ou pós-fixadas, são seguradas pelo FGC e mais adequadas a aplicações de longo prazo; Clique aqui!

Além do LCI, LCA, CRI e CRA temos o CDB, Debêntures e o Tesouro direto como opções de investimento de renda fixa. 

CDB

O Certificado de Depósito Bancário é um título de renda fixa extremamente seguro.

Ele funciona como um empréstimo do investidor para as instituições, já que é emitido pelos bancos como forma de captação de recursos com o objetivo de financiar suas atividades. Em troca desse empréstimo a instituição, depois do prazo acordado, devolve o dinheiro corrigido com os juros. Clique aqui!

Debêntures

Já a debênture é uma forma de emprestar dinheiro para empresas e assim receber juros maiores do que em títulos de instituições financeiras.

Na escritura de emissão da debênture são especificados o tipo de rendimento (prefixado ou pós-fixado), as taxas, o investimento mínimo, o vencimento e as garantias que variam conforme o papel e devem ser analisadas com atenção, já que esse tipo de investimento não possui a proteção do Fundo Garantidor de Créditos.

Na escritura da emissão da debênture também são descritos todos os detalhes do título, como possibilidade de conversão em ações, participação nos lucros, tipos de garantias oferecidas, entre outros. Clique aqui!

Tesouro Direto

O Tesouro Direto é um programa do Tesouro Nacional desenvolvido em parceria com a B3 para venda de títulos públicos federais para pessoas físicas.

Tem o menor risco do mercado e oferece títulos com diferentes tipos de rentabilidade (prefixada, ligada à variação da inflação ou à variação da taxa de juros básica da economia – Selic), diferentes prazos de vencimento e também, diferentes fluxos de remuneração. Clique aqui!

Fundos de renda fixa

Uma opção bastante indicada para investidores iniciantes ou conservadores, são os fundos de investimento de renda fixa. Na prática, a maioria dessa categoria de fundos possui, no mínimo, 80% de aplicações em renda fixa. Assim, existe a possibilidade de os outros 20% serem derivativos.

Além disso, seu rendimento é sempre comparado com o CDI.

Essa categoria de fundo de investimento é controlada por um gestor especializado, que deve gerir seu investimento da melhor forma possível, tendo como objetivo entregar um bom rendimento, com um baixo risco. Esse gestor controla a venda e compra de ativos da sua carteira, buscando obter a melhor rentabilidade para seus investidores.

Para investir em um fundo, você precisa adquirir partes deles, as chamadas cotas. Ele conta com a incidência do IOF, Imposto de Renda, taxa de administração e, em alguns casos, taxa de performance.

Os fundos de renda fixa em geral são seguros e rentáveis, basta que o investidor procure o fundo com os menores custos e boas aplicações. Se caso ocorrer a quebra de uma instituição que mantém um fundo de investimento de renda fixa, normalmente a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) transfere sua gestão para outra instituição, que segue com as operações dele.

Conclusão

É preciso lembrar que na renda fixa, o lucro aumenta de acordo com o tempo pelo qual a aplicação é mantida. Por esse motivo a possibilidade de ganhos expressivos no curto prazo é pequena. Além disso, fazer um resgate antes do vencimento pode significar perda de rentabilidade.

Todo investidor deve ter planejamento financeiro e objetivos definidos para diferentes prazos. Como os produtos de rentabilidades fixadas geralmente são melhores para o longo prazo, são excelentes opções de investimentos rentáveis e previsíveis que se encaixam aos objetivos mais distantes.

Se você se interessou por essa modalidade de investimento, converse com um dos nossos assessores de investimentos clicando aqui!

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Operações de Câmbio e Hedge Cambial https://financasinteligentes.com/2020/08/operacoes-de-cambio-e-hedge-cambial.html?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=operacoes-de-cambio-e-hedge-cambial https://financasinteligentes.com/2020/08/operacoes-de-cambio-e-hedge-cambial.html#respond Mon, 31 Aug 2020 19:44:18 +0000 https://financasinteligentes.com/?p=9703 O câmbio é a operação de troca de moeda de um país pela moeda estrangeira. No Brasil, desde 1999, o regime adotado é o de Câmbio flutuante, onde os valores de compra e venda de moedas variam, influenciados por políticas monetárias, taxas de juros, investimentos estrangeiros, oferta e demanda, entre outros fatores. A volatilidade do câmbio […]

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O câmbio é a operação de troca de moeda de um país pela moeda estrangeira. No Brasil, desde 1999, o regime adotado é o de Câmbio flutuante, onde os valores de compra e venda de moedas variam, influenciados por políticas monetárias, taxas de juros, investimentos estrangeiros, oferta e demanda, entre outros fatores.

A volatilidade do câmbio

Em momentos de instabilidade econômica e política como o que estamos vivendo hoje, as oscilações na taxa de câmbio se tornaram mais um desafio para pessoas físicas e jurídicas que realizam negócios com o exterior.

Desde o início de 2020, o dólar registrou uma alta acumulada de mais de 47% e atingiu seu recorde histórico, chegando perto de R$ 5,90.

Deste modo, utilizar os instrumentos de proteção cambial nas operações que envolvem importação, exportação e transferência bancária internacional se tornou fundamental para reduzir os riscos financeiros.

Você conhece esses instrumentos? Sabe como utilizá-los?

Proteção cambial através de Hedge

Para evitar que as flutuações no câmbio impactem negativamente os negócios realizados com o exterior, é utilizado o HEDGE CAMBIAL.

Um contrato de hedge fixa o valor da moeda de forma eficiente e segura, protegendo seu negócio contra os riscos das variações cambiais nas modalidades de compra ou venda de moeda estrangeira.

Saiba mais sobre hedge clicando aqui!

Estratégias de Hedge Cambial

Opções de Compra (call)

Em uma opção de compra de dólar, por exemplo, se estabelece o direito de comprar a moeda por um determinado preço em uma determinada data.

Opções de Venda (put)

Por outro lado, na opção de venda, é estabelecido o direito de vender a moeda por um determinado preço em uma determinada data.

Saiba mais sobre opções clicando aqui!

NDF Simples

O NDF (Non Deliverable Forward), é um contrato a termo, onde é possível travar a compra ou a venda do câmbio em um determinado preço, estabelecendo assim o compromisso de executar a compra ou a venda no preço acordado em uma data futura.

Além dessas, ainda existem outras estratégias, como por exemplo: NDF com CAP, Call Spread e Put Spread, Câmbio Futuro, Seagull Travado, entre outras. Mas isso é assunto para outro post!

Qual a melhor estratégia?

Depende! Não há um padrão, cada operação vai se beneficiar de uma modalidade diferente de proteção cambial, de acordo com suas particularidades.

Deste modo, é importante buscar o auxílio dos especialistas no mercado financeiro, que irão te ajudar a encontrar a melhor forma de proteger o seu negócio das flutuações do câmbio.

Por que contratar o câmbio com um escritório de investimentos?

A JB3 Investimentos, possui parceiros na área de câmbio que contam com os mesmos produtos ofertados pelos bancos, a mesma segurança e com custos operacionais muitas vezes menores.

Além de entregar um atendimento personalizado, a equipe de especialistas financeiros, auxilia a sustentabilidade de seus negócios, encontrando a melhor opção de proteção cambial.

Portanto, para realizar sua operação de câmbio com processos ágeis, cotações competitivas, e expertise no mercado financeiro, entre em contato com um de nossos assessores clicando aqui!

*Este artigo foi co-escrito por Bruno Steinmetz

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4 Motivos para dolarizar os seus investimentos https://financasinteligentes.com/2020/08/4-motivos-para-dolarizar-os-seus-investimentos.html?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=4-motivos-para-dolarizar-os-seus-investimentos https://financasinteligentes.com/2020/08/4-motivos-para-dolarizar-os-seus-investimentos.html#respond Fri, 28 Aug 2020 19:13:59 +0000 https://financasinteligentes.com/?p=9697 Menos de 0,5% da população Brasileira investe em ativos internacionais, números bem menores do que apresentam os nossos vizinhos Argentina e Chile, por exemplo! O Brasileiro sofre de algo chamado Home Bias, que no mundo dos investimentos significa comprar apenas ativos locais, sem se expor a ativos e moedas internacionais. E isso, no caso do […]

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Menos de 0,5% da população Brasileira investe em ativos internacionais, números bem menores do que apresentam os nossos vizinhos Argentina e Chile, por exemplo!

O Brasileiro sofre de algo chamado Home Bias, que no mundo dos investimentos significa comprar apenas ativos locais, sem se expor a ativos e moedas internacionais. E isso, no caso do Brasil, é algo que pode atrapalhar um pouco os nossos investimentos. Por isso, listamos aqui 4 Motivos para você dolarizar os seus investimentos.

1- Instabilidade Política e Econômica no Brasil

O Brasil tem uma longa história de instabilidade política e econômica.

Nosso país tem uma democracia ainda bem jovem e por conta disso já presenciamos diversas crises internas em sua história, como por exemplo o confisco da poupança em 1990, a hiperinflação nas décadas de 80 e 90, dois impeachments, greve dos caminhoneiros e inúmeras outras que, com certeza, você se recorda muito bem.

Além das nossas crises internas, o Brasil também sofre muito quando ocorrem crises internacionais, como em 2008 e nesse ano de 2020.

E quando esses cenários de crise se materializam, o dólar, como moeda forte mundial é visto como um porto um seguro pelos investidores que procuram o dólar como segurança e, por isso, tende a se valorizar em cenários de crise.

2- Diversificação Global

O Brasil, apesar de ser um país de dimensões continentais, grande população e vastas reservas naturais, representa apenas 1% do mercado de capitais mundial, sabendo disso, você acha interessante expor todo o seu capital somente a esse 1% e ignorarmos os outros 99%?

Creio que você concorde comigo que a resposta é não. Imagine ter todo o seu dinheiro investido no Brasil e se privar de investir em economias pujantes como a Americana e a Chinesa, por exemplo… Isso não parece muito bom, não é mesmo?

Além disso, diversificar geograficamente os seus investimentos também é extremamente importante.

3- Valorização do Dólar nos últimos tempos

Outro ponto muito importante (talvez o mais importante) é que tendo investimentos dolarizados na nossa carteira, nós protegemos nosso portfólio de possíveis subidas do dólar contra o real, o que vem sendo constante nos últimos anos, como podemos ver no gráfico abaixo, retirado do site do Bacen.

dólar

Isso é muito relevante para a nossa carteira porque muitas das marcas que consumimos no nosso dia a dia são da economia americana e diretamente atreladas ao dólar (Apple, Microsoft, Netflix e etc.) e, quando o dólar se valoriza frente ao real, nós acabamos empobrecendo em termos globais. Isso fica muito claro quando viajamos ao exterior, por exemplo.

4- Descorrelação Dólar/Ibovespa

Um efeito muito importante que os ativos internacionais (principalmente os dolarizados) trazem para o nosso portfólio é a descorrelação que eles, historicamente, apresentam para com o Ibovespa e a economia Brasileira em geral, dessa forma, quando a bolsa cai, os ativos dolarizados tendem a se valorizar e vice-versa.

Um pouco dessa descorrelação se perdeu nos últimos tempos por conta das políticas econômicas do atual governo. Porém, se olharmos no gráfico abaixo, vamos ver claramente essa descorrelação histórica entre a bolsa brasileira e o dólar.

Correlação Ibovespa x Dólar

Depois de todas essas informações, você deve estar se perguntando: “Como posso internacionalizar meus investimentos?” Bem, existem algumas opções, tais quais BDRs, fundos cambiais, fundos internacionais, fundos de BDRs, etc.

O ideal é você procurar o seu assessor e achar a opção que melhor se encaixe ao seu perfil e à sua carteira, só não deixe de internacionalizar e dolarizar seus investimentos. Clique aqui!

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Análise de Ações https://financasinteligentes.com/2020/08/analise-de-acoes.html?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=analise-de-acoes https://financasinteligentes.com/2020/08/analise-de-acoes.html#respond Wed, 26 Aug 2020 18:19:10 +0000 https://financasinteligentes.com/?p=9689 Análise de ações é um tema, de certa forma, complicado para diversos investidores e, tendo em vista que, a B3 fechou o mês de julho com um número recorde 2.824.000 CPFs cadastrados, acreditamos que é válido ter um artigo dedicado ao assunto. Para termos noção, esses quase 3 milhões de investidores em renda variável, eram […]

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Análise de ações é um tema, de certa forma, complicado para diversos investidores e, tendo em vista que, a B3 fechou o mês de julho com um número recorde 2.824.000 CPFs cadastrados, acreditamos que é válido ter um artigo dedicado ao assunto.

Para termos noção, esses quase 3 milhões de investidores em renda variável, eram 619.625 CPFs em 2017, ou seja, em apenas 3 anos a bolsa de valores cresceu aproximadamente 455%.

Os novos investidores acabam tendo muitas dúvidas e a mais frequente é: Como escolher boas ações? Ou melhor, como faço para analisar as ações?

Essas perguntas são frequentes e um tanto quanto complexas, uma vez que, há diversas maneiras de respondê-las. Neste post, vamos abordar as duas mais populares: Análise Fundamentalista e Análise Técnica!

Análise Fundamentalista

De modo geral, esse método tenta avaliar em qual nível de saúde financeira essa empresa se encontra ou, mais do que isso, preocupa-se em saber quem é o CEO e como anda o crescimento ou declínio de vendas dessa empresa e do respectivo setor que ela está inserida.

Nesse tipo de análise, o investidor busca ganhos com as diferenças entre o valor atribuído à empresa pelo mercado, ou seja, o preço que ela é negociada em bolsa e o valor intrínseco dela definidos com dados econômicos, indicadores financeiros e divulgação de resultados. Em outras palavras, esse método de análise estuda o valor de uma companhia e não o preço de suas ações naquele momento.

Mas afinal de contas, como surgiu?

A análise fundamentalista tornou-se popular por mérito de dois gênios de Wall Street: Benjamin Graham e Warren Buffet. Benjamin Graham seguia fielmente a sua teoria de fluxos de caixa e foi um dos pioneiros da estratégia “Buy and Hold”. Warren Buffet foi um dos alunos de Graham e é dono da famosa frase “valor é o que se leva, preço é o que se paga”.

Como são realizadas essas análises?

Existem duas linhas bem importantes na análise fundamentalista:

Top- Down ou “de cima para baixo”: essa análise vai dar prioridade para o cenário macroeconômico e suas variáveis como taxa de juros, índices de inflação, setor da empresa analisada, governança etc.

Bottom-up: ao contrário da anterior, essa análise foca em fundamentos microeconômicos olhando primeiramente o valuation da empresa para depois os pares no setor e por último o cenário Macro do país onde a empresa está atuando.

A análise fundamentalista tem desvantagens?

 A resposta para essa pergunta é sim! O principal problema é que as informações utilizadas pela análise fundamentalista são disponibilizadas em intervalos longos de tempo (como demonstrações trimestrais) enquanto o mercado de ações é algo muito dinâmico, principalmente quando se olha o curto prazo!

As principais características dela são:

  • Estudos macros e microeconômicos;
  • Estudos de índices financeiros;
  • Análise de dados quantitativos e qualitativos;
  • Horizonte de longo prazo.

Análise Técnica

Também conhecida como análise gráfica e diferente do que vimos na análise fundamentalista, essa ferramenta é utilizada de maneira mais eficaz para operações de curto prazo e principalmente nos famosos Day Trades.

Essa análise de ações é formada por um conjunto de ferramentas gráficas que estudam o preço e o volume dos ativos. Por meio dela é possível encontrar a tendência de um determinado papel baseando-se no volume, quantidade de ativos disponíveis para negociação na Bolsa e na oferta, representada pela quantidade de compradores interessados.

Como surgiu?

 Mais uma vez em Wall Street, o principal berço das teorias do mercado e com a análise gráfica não poderia ser diferente. A origem se dá pela Teoria de Dow que surgiu há mais de 100 anos a partir dos estudos de Charles Dow; na época colunista do Wall Street Journal, o mesmo que deu nome ao índice Dow Jones.

Principais conceitos a se atentar nesse método de análise de ações:

Se você deseja operar através de análise técnica, você precisa estar atento aos conceitos dentro de um Home broker e dos ativos de um modo geral!

Importante ressaltar que o preço de uma ação, opção ou até mesmo de um ativo do mercado futuro é determinado por um consenso entre sua oferta e demanda. Parece algo muito raso para se falar, mas antes mesmo de adentramos em qualquer fator externo, é importante entender que o preço nada mais é do que o reflexo da relação de compra e venda.

– Preços seguem 3 tendências de mercado:

“Tendência de alta” (Bull Market): Ocorre em momentos de maior volume comprador (maior demanda) e consequentemente o preço dos papéis sobe.

“Tendência de baixa” (Bear Market): Ocorre em momentos de maior pressão vendedora (maior oferta) e consequentemente o preço dos papéis tende a cair.  

“Tendência de lateralização” (Faixas de Negociação): O mercado nem sempre está com tendência de alta ou de baixa. Quando há um equilíbrio entre compradores e vendedores, dizemos que o mercado está “sem tendência” ou “andando de lado”. 

Candlestick: É o gráfico utilizado na análise técnica e que melhor que eu explicar é mostrar os 4 preços que ele engloba:

Análise de ações: técnica

Topos e fundos: Alguns níveis de preços são firmados pelo mercado, como os padrões de topos e fundos, mais conhecidos como resistência que seria um nível de preço onde o ativo tem dificuldade de ultrapassar e suporte onde o preço do ativo encontra dificuldades para cair.

Separei um exemplo de gráfico que representa muito bem essa temática:

Análise de ações: técnica

As principais características dela são:

  • Análise de volumes negociados;
  • Análise de gráficos;
  • Estudos de tendências que já ocorreram no passado;
  • Horizonte de curto prazo.

Quando devo utilizar uma análise de ações ou outra?

Muitos se perguntam: qual a mais eficiente? A verdade é que esses dois métodos não se anulam, eles são complementares. Um exemplo muito usual ocorre quando o investidor utiliza a análise fundamentalista para escolher o ativo que deseja comprar e a análise técnica para determinar o melhor momento para realizar essa operação.

Entretanto, apesar disso, elas têm seus problemas. A análise fundamentalista, por exemplo, não se aplica a ativos como os derivativos de commodities agrícolas enquanto que a análise técnica, sim.

E mesmo que seja uma ação, uma empresa em situação financeira ruim ainda pode oferecer ganhos em relação a oscilação de preços. Já para a análise técnica, fatos relevantes tanto sobre o ativo em questão como outros fatores que afetam o mesmo, podem causar oscilações devastadoras para sua operação.

Conclusão sobre análise de ações

Esse post tem como propósito apresentar dois pontos de vistas de análises de ações famosos dentro do mercado financeiro.

Visto a complexidade do mercado e dos objetivos de cada investidor é importante contar com uma assessoria personalizada. Agende uma conversa gratuita com um de nossos assessores de investimento clicando aqui!

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Risco país – O que é e como o Credit Default Swap (CDS) o representa? https://financasinteligentes.com/2020/08/risco-pais-cds.html?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=risco-pais-cds https://financasinteligentes.com/2020/08/risco-pais-cds.html#respond Tue, 25 Aug 2020 19:55:16 +0000 https://financasinteligentes.com/?p=9679 Um CDS funciona como se fosse um seguro contratado por uma empresa para proteger seu portfólio de crédito em caso de inadimplência. O que é o CDS? O esquema abaixo ajuda a entender a relação. São necessários pelo menos três tipos de instituições para que o CDS exista. Porém, o contrato de CDS em si […]

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Um CDS funciona como se fosse um seguro contratado por uma empresa para proteger seu portfólio de crédito em caso de inadimplência.

O que é o CDS?

O esquema abaixo ajuda a entender a relação. São necessários pelo menos três tipos de instituições para que o CDS exista. Porém, o contrato de CDS em si envolve apenas a compradora e a vendedora do CDS.

CDS
Fonte: elaboração própria

É um tipo de swap (operação em que há troca de posições quanto ao risco e à rentabilidade, entre investidores) que se tornou popular nos anos 2000 e, além de empresas permite a proteção contra risco de crédito dos países.

A diferença com relação ao seguro com que estamos acostumados é que a proteção proporcionada pelo CDS não é de um ativo de propriedade do segurado.

Assim, o comprador do CDS, segurado e também credor de uma entidade de referência, tem o direito de vender o título no valor principal ao vendedor do CDS (“seguradora”), caso o tomador do crédito (entidade de referência) não consiga honrar seus compromissos contratuais.

Termos específicos:

Evento de crédito é o equivalente a constatação da inadimplência, que pode ser desde um atraso no pagamento até a insolvência da empresa tomadora do crédito junto à credora. Vencimento antecipado de dívida por descumprimento de covenants, rebaixamento da nota de crédito (rating), assim como renegociação de dívidas fazem parte da caracterização do evento de crédito.

Entidade de referência corresponde a empresa que é objeto da proteção, ou seja, não é nem a compradora nem a vendedora do CDS, mas a tomadora do crédito.

Um exemplo para facilitar o entendimento.

Vamos imaginar uma proteção por 5 anos de um portfólio de crédito de US$ 10 milhões como valor principal. O comprador do CDS, portanto, concorda em pagar 90 pontos-base ao ano (também conhecido como spread de CDS) pela proteção.

E, fica acordado que os pagamentos deste “seguro” são realizados no fim de cada trimestre. Enquanto não houver o evento de crédito – e é provável que não haja -, o comprador paga 22,5 pontos base por trimestre (90/4) ao vendedor.

Ou seja, a cada trimestre o prêmio (ou custo) pela proteção é igual a 0,225% sobre o valor do principal ou, o correspondente a US$ 22,5 mil.

No caso do evento de crédito ocorrer, os pagamentos trimestrais são suspensos e a empresa compradora do CDS aciona a vendedora para receber o valor do principal, conforme contrato.

CDS como indicador do Risco-país

Dado que o CDS permite com que instituições financeiras se protejam contra o risco de crédito de títulos emitidos por países, o CDS torna-se um importante indicador do risco-país. Como no exemplo, o CDS é medido por pontos-base (basis points – bps) tal como o Ibov (indicador da bolsa brasileira), e é negociado diariamente.

Assim, quanto maior a probabilidade de um país tornar-se insolvente ou declarar moratória, maior será o CDS.

A seguir, o histórico do CDS Brazil (5 anos) nos últimos 5 anos.

CDS risco-país
Fonte: Investnews

Atualmente, o Brazil CDS está na ordem de 220, mas em 52 semanas teve uma variação bastante grande de 92, o qual foi o mínimo histórico em fevereiro/2020, a 376 em menos de um mês em função da crise pandêmica relacionada ao Covid-19.

Existem diversos tipos de Brazil CDS, os quais variam de acordo com os prazos dos títulos. Porém, o prazo mais utilizado é o de 5 anos tanto para empresas quanto para países.

Fonte: Investing

Vantagens do CDS

  • Permite a proteção do portfólio contra o risco de crédito;
  • Para instituições bancárias em que, pela natureza das suas atividades possuem ativos essencialmente atrelados ao risco de crédito, é uma forma de minimizar este risco por meio de uma gestão ativa do portfólio;
  • Também é uma forma de receita para instituições que vendem este tipo de proteção;
  • Não dependem de taxas de câmbio, índices de ações, preços de commodities e etc. Porém, dependem da probabilidade de inadimplência de uma empresa tomadora de crédito;
  • Funcionam de maneira relativamente simples e direta quando comparados com outros tipos de derivativos;
  • Liquidez diária e, portanto, marcação a mercado; e
  • Representa um importante termômetro do risco-país considerando a sensibilidade e atualização diária.

Desvantagens do CDS

  • “No free lunch”, ou seja, tipo de proteção que implica um custo;
  • Embora haja métodos baseados na probabilidade de eventos, a quantificação do CDS é complexa, pois não se consegue prever com exatidão a condição financeira futura das empresas e países tomadores de crédito. Isso também pode gerar condições para informações assimétricas no mercado financeiro;
  • Risco da empresa seguradora não cumprir com a cobertura, em caso de uma crise financeira aguda e/ou sistêmica; e
  • Embora tenha característica de seguro, a parte vendedora (equivalente a seguradora) não é necessariamente regulada para esta atividade.

Pontos de atenção:

Credit Default Swap não é rating. Apesar de ser um excelente termômetro para o risco-país, as instituições especializadas são quem classificam os países e empresas conforme os índices de rating. São elas Moody’s, Standard and Poor’s e Fitch.

CDS também não deve ser confundido com o EMBI+Br (Emerging Markets Bond Index Plus), que assim como o rating, é calculado por instituição específica, neste caso, o J. P. Morgan Chase.

Conclusão

CDS é um importante indicador do risco-país, mas não é o único. Apresenta uma resposta rápida a qualquer alteração de cenário econômico.

Por isso, pode ser utilizado como termômetro para exposição ao risco, bem como para inferir a percepção dos mercados mundiais com a nossa economia doméstica e de outros países.

Quer saber mais sobre com o CDS impacta em seus investimentos? Agende uma conversa gratuita com um de nossos Assessores de Investimento clicando aqui!

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Um porto seguro chamado ouro https://financasinteligentes.com/2020/08/porto-seguro-chamado-ouro.html?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=porto-seguro-chamado-ouro https://financasinteligentes.com/2020/08/porto-seguro-chamado-ouro.html#respond Fri, 21 Aug 2020 14:17:18 +0000 https://financasinteligentes.com/?p=9668 O ouro foi provavelmente o primeiro metal conhecido pelo homem. Existem relatos de que o mesmo já circulava na Mesopotâmia desde os anos 4000 a.C e posteriormente com melhores técnicas de manufatura, passou a ser a moeda corrente de todo o Mar Mediterrâneo. Reservas Atualmente estima se que até ⅔ do Ouro produzido esteja em […]

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O ouro foi provavelmente o primeiro metal conhecido pelo homem. Existem relatos de que o mesmo já circulava na Mesopotâmia desde os anos 4000 a.C e posteriormente com melhores técnicas de manufatura, passou a ser a moeda corrente de todo o Mar Mediterrâneo.

Reservas

Atualmente estima se que até ⅔ do Ouro produzido esteja em reservas de bancos centrais ou pessoais. Mas por que esse metal tem esse pseudo poder de garantir o valor e equilíbrio das transações? Por que durante as crises o Ouro acaba se tornando o ‘‘porto seguro’’ dos investidores? É sobre isso que iremos falar neste artigo.

Ouro OZ

Conforme podemos analisar neste gráfico acima, durante as últimas crises que passamos, o Ouro foi resiliente e consistente no propósito de proteger e assegurar o patrimônio dos investidores.

Foco no longo prazo

Considerada uma opção de investimento para quem visa o longo prazo, investir em ouro tornou-se uma forma de proteger a sua carteira em momentos de tensão no mercado.

O dólar também desempenha tal função. Porém é importante saber que em momentos de crise pode acontecer uma desvalorização de moedas locais, inclusive do dólar, aumentando ainda mais a busca pelo Ouro

Sendo um recurso natural finito, o ouro serve como lastro para reserva monetária para muitas economias globais, tendo seu valor e demanda sempre garantidos.

Em meio a crise do Covid-19 o pânico tomou conta do mercado, foram seis Circuit Breakers em oito pregões, algo jamais visto na B3.

Ouro 2020

No acumulado deste ano, o metal dourado já tinha uma valorização de 27,50%, tendo a máxima em US$2075,00 e minima em US$1451,00, na data em que este artigo foi escrito.

3 formas para investir em ouro

Existem três modalidades para  investir em Ouro, sendo elas: Comprar barras de ouro, Bolsa de Valores ou Fundos de Investimentos.

1. Barras de Ouro

As barras de ouro podem ser compradas em lojas credenciadas pelo Banco Central e CVM.

Podendo ser guardadas em casa ou em qualquer lugar que o investidor achar seguro.

Porém o mesmo não é aconselhável, uma vez que pode não ser seguro manter uma barra de ouro em casa, e também pelo fato de a liquidez ser muito baixa caso queira vender posteriormente.

Vantagens

  • Obter o ativo físico;
  • Ter a custódia do ativo em casa ou em qualquer lugar conveniente;
  • Isenção de taxa de administração.

Desvantagens

  • Baixa liquidez;
  • Possibilidade de ter o ativo roubado.

2. Contratos Futuros de Outo na Bolsa de Valores

A negociação de futuros de ouro na B3 pode ser realizada através de dois tipos de contratos, sendo eles:

  • Lote Padrão de 250G (OZ1D);
  • Lote Fracionário de 10G (OZ2D).

A alta liquidez dos contratos fazem dessa modalidade de investimento a mais adequada e segura para o investidor.

Vantagens

Desvantagens

  • Necessario aporte inicial robusto dependendo do contrato;
  • Não tem cobertura do Fundo Garantidor de Crédito.

3. Fundos de Investimento

Também é possível investir em ouro através de Fundos de Investimento, sendo sua maior vantagem um aporte inicial menos robusto, mas que também possuem alta liquidez.

À pouco tempo atras essa modalidade era exclusiva para investidores qualificados. Mas atualmente já é possível investir em fundos de ouro com aporte inicial de R$500,00 na plataforma da XP investimentos.

Vantagens

  • Proteção de capital (Hedge);
  • Ótima opção para diversificar carteira;
  • Escassez controlada por Bancos Centrais, garantindo valor de mercado;
  • Aporte inicial acessível.

Desvantagens

Quer saber mais sobre como investir em Ouro? Agende uma conversa gratuita com um de nossos Assessores de Investimento clicando aqui!

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Mercado Financeiro: o que é e como funciona! https://financasinteligentes.com/2020/08/mercado-financeiro-o-que-e-como-funciona.html?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=mercado-financeiro-o-que-e-como-funciona https://financasinteligentes.com/2020/08/mercado-financeiro-o-que-e-como-funciona.html#comments Thu, 20 Aug 2020 17:07:50 +0000 https://financasinteligentes.com/?p=9661 O Mercado Financeiro é o ambiente onde seus participantes podem comprar e vender produtos financeiros.  Nesse mercado, o conhecimento é seu melhor aliado pois quando você entende o seu funcionamento, você começa a identificar oportunidades e perceber a importância de investir. No mercado financeiro é possível deixar de ser um pagador de juros e passar […]

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O Mercado Financeiro é o ambiente onde seus participantes podem comprar e vender produtos financeiros. 

Nesse mercado, o conhecimento é seu melhor aliado pois quando você entende o seu funcionamento, você começa a identificar oportunidades e perceber a importância de investir. No mercado financeiro é possível deixar de ser um pagador de juros e passar a receber juros, possibilitando assim atingir uma rentabilidade desejada.

Esse artigo tem a intenção de apresentar o mercado financeiro de uma forma descomplicada. Para isso vamos entender as divisões desse mercado, seus participantes e os principais produtos financeiros comercializados.

A divisão do mercado financeiro

O mercado financeiro é divido em quatro partes:

  1. Mercado de crédito: é onde se concede crédito de curto, médio e longo prazo entre pessoas e empresas. Nesse mercado encontramos principalmente o cheque especial, o empréstimo pessoal e os cartões de crédito e ainda, crédito para capital de giro das empresas.
  2. Mercado Monetário: é o mercado que concede empréstimos de curtíssimo e curto prazo. Nele encontramos o CDI (Certificado de depósito Interbancário) que é utilizado como referência em rendimentos de renda fixa. Por obrigação legal, os bancos não podem fechar o seu caixa diário com saldo negativo e para que isso seja possível, empréstimos são concedidos de um banco para outro banco pelo prazo de um dia e a taxa cobrada por esses empréstimos é o CDI. O mercado monetário atua na liquidez da economia e no controle de pagamentos.
  3. Mercado de câmbio: está relacionado com a troca de moedas. Ele é fundamental para empresas exportadoras e para pessoas físicas que possuem relações internacionais, ou mesmo precisam de moeda estrangeira para uma viagem.
  4. Mercado de Capitais: esse mercado está relacionado com a distribuição de valores mobiliários e é ele que está mais próximo dos investidores. Nele é permitido que empresas captem recursos de terceiros e portanto, compartilhem os lucros e os riscos.  No mercado de capitais atuam a bolsa de valores, corretoras e outras instituições que conectam e o investidor com os diversos produtos financeiros disponíveis.

É importante saber que no mercado de capitais existem ainda o mercado primário, onde o emissor de um título negocia com o comprador de títulos, e o mercado secundário, onde ocorre apenas a troca de titularidade desses títulos.

O participantes do mercado financeiro:

Os principais participantes do mercado financeiro são: os emissores, os intermediários e os investidores.

Os emissores são empresas ou instituições que emitem títulos, como os títulos públicos ou ações de empresas, com a intenção de financiar seus projetos e seu crescimento.

Os investidores são os participantes que emprestam dinheiro em troca de juros futuros ou comprando participações societárias desses emissores, dessa maneira conseguem multiplicar seu capital e ainda ajudar as empresas e instituições a prosperarem.

Já os intermediários atuam para que as negociações entre emissores e investidores aconteçam. Um exemplo de intermediário do mercado financeiro são as corretoras de valores, que hoje estão cada vez mais especializadas e trazem diversas opções de produtos e facilidades para o investidor.

É importante salientar que todo o mercado financeiro possui uma forte fiscalização e regulamentação sobre todos os seus participantes. Os principais responsáveis em fiscalizar e regulamentar o mercado financeiro são: o Banco Central, a CVM (comissão de valores mobiliários) e o CMN (Conselho monetário nacional), que é o órgão máximo do Mercado Financeiro.

Os produtos negociados no mercado financeiro:

Os principais produtos financeiros negociados são:

  • Ações (divididas em ordinárias e preferenciais)
  • Debêntures (títulos emitidos por sociedades anônimas)
  • Commercial Papers (título privado de curto prazo)
  • Mercado futuro (contratos e mini contratos)
  • Opções sobre ações
  • Mercado de renda fixa

Você pode investir no mercado de capitais em renda fixa ou variável. Os investimentos de renda fixa são mais conservadores e seu rendimento é mais previsível.

Esse tipo de investimento pode ser atrelado a algum índice como Selic, CDI e IPCA ou ainda ser pré-fixado, ou seja, remunerado a uma taxa fixa. Já os investimentos de renda variável apresentam oscilações no curto prazo mas no médio e longo prazo podem superar o rendimento de um investimento em renda fixa.

Possibilidades

Com essa visão geral do que é o mercado financeiro, é possível perceber que nele existe a possibilidade de preservar e multiplicar o patrimônio investido. O investidor precisa sempre estar atento aos seus objetivos e optar por ativos que sejam compatíveis com seu perfil de investidor.

Para ter esses parâmetros e objetivos definidos, agende uma conversa gratuita com um de nossos assessores de investimento clicando aqui!

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