Finanças Inteligentes https://financasinteligentes.com Mon, 30 Mar 2020 19:56:04 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.3.2 https://financasinteligentes.com/wp-content/uploads/2019/12/cropped-Screen-Shot-2019-12-11-at-14.01.57-32x32.png Finanças Inteligentes https://financasinteligentes.com 32 32 Tiros de bazuca para tentar segurar a economia https://financasinteligentes.com/2020/03/tiros-de-bazuca-para-tentar-segurar-a-economia?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=tiros-de-bazuca-para-tentar-segurar-a-economia https://financasinteligentes.com/2020/03/tiros-de-bazuca-para-tentar-segurar-a-economia#respond Mon, 30 Mar 2020 15:18:55 +0000 https://financasinteligentes.com/?p=8548 No início desta última semana, o FED (Federal Reserve – Banco Central dos Estados Unidos) lançou novas e maciças medidas de contra-ataque para injetar recursos para segurar a economia do país. Os programas de quantitative easing (compras de ativos), que já estavam em funcionamento, foram novamente flexibilizados. Até então, a autoridade monetária poderia comprar pelo […]

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No início desta última semana, o FED (Federal Reserve – Banco Central dos Estados Unidos) lançou novas e maciças medidas de contra-ataque para injetar recursos para segurar a economia do país. Os programas de quantitative easing (compras de ativos), que já estavam em funcionamento, foram novamente flexibilizados.

Até então, a autoridade monetária poderia comprar pelo menos 500 bilhões de dólares em títulos do Tesouro norte-americano e 200 bilhões de dólares em títulos hipotecários. A partir de agora, não há limite para compras de ativos. O FED não só pode, como vai comprar, a quantidade de ativos que desejar, inclusive em novas linhas ainda não utilizadas no passado.

Estímulos do FED para segurar a economia

O Banco Central dos Estados Unidos deixou claro que realizará as compras de ativos nos montantes necessários para favorecer o bom funcionamento do mercado. Autoridades do FED ressaltaram que a economia enfrentará graves choques por conta dos impactos provocados pelo lockdown. Por conta disso, o Banco Central vai utilizar todas as ferramentas disponíveis na tentativa de limitar o máximo possível as perdas de emprego e renda.

Muitos economistas de vários países estimam que os impactos econômicos poderão superar os efeitos negativos provocados pela crise do subprime, em 2008. A crise atual, diferente do passado, não afeta inicialmente o sistema financeiro, mas sim o ambiente corporativo. As pequenas e médias empresas (importantes empregadoras na economia), por exemplo, já estão passando por sérios problemas de fluxo de caixa e várias correm o risco de quebrar.

Juntamente com o FED, o governo norte-americano também está atirando de buzaca para tentar segurar a economia. Após ampla discussão, o Congresso chegou ao consenso de aprovar um pacote de ajuda de 2,2 trilhões de dólares, considerado o maior da história do país.

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O objetivo do pacote é ampliar a abrangência da estratégia do dinheiro de helicóptero. O plano prevê, por exemplo, remuneração direta à maioria dos americanos, ampliação de benefícios de seguro desemprego, dinheiro extra para os estados e um programa de mais de 360 bilhões de dólares para que as pequenas empresas possam remunerar seus funcionários que precisarem ficar em casa durante a quarentena.

Um fundo de 500 bilhões de dólares também deverá auxiliar empresas em dificuldades, inclusive as de grande porte. Os hospitais também deverão receber ajuda relevante.

Medidas japonesas

O Japão, terceira maior economia do planeta, também se prepara para anunciar um pacote de medidas de socorro econômico sem precedentes na história. Shinzo Abe, primeiro-ministro japonês, avisou que o país está próximo de uma emergência nacional e que medidas imensas e poderosas (como estímulos fiscais, monetários e alívio de impostos) estão sendo analisadas para serem reveladas brevemente.

Na avaliação do primeiro-ministro japonês, o país precisa estar preparado para uma batalha de longo prazo. Este gesto pode quebrar a expectativa de alguns economistas/analistas com relação à limitação de curtíssimo prazo provocada pelo lockdown.

Aos poucos, as expectativas de retomada do crescimento vão sendo revisadas (postergadas) nas projeções de grandes bancos de investimento e instituições internacionais. Além disso, em função da gravidade da situação, o Banco Mundial e o FMI (Fundo Monetário Internacional) publicaram uma carta conjunta solicitando alívio imediato de dívidas aos países mais pobres do mundo.

Impactos do coronavírus: desemprego

Segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho) a crise do coronavírus pode erradicar quase 25 milhões de empregos em todo o planeta. A previsão é superior aos efeitos provocados pela crise anterior, em 2008, no qual resultou em 22 milhões de desempregados.

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Ainda assim, aqueles que manterem seus respectivos empregos podem não conseguir respirar aliviados. A OIT ressaltou que há risco de grandes perdas de renda dos trabalhadores, já que os lockdowns devem causar reduções da jornada de trabalho e, consequentemente, diminuições de salário. Atualmente, a perda com a renda dos trabalhadores está estimada em 3,4 trilhões de dólares.

Foco na dívida pública

Albrecht Ritschl, professor na London School of Economics, considerado um dos grandes historiadores de economia global, apontou que o verdadeiro motor de recuperação de uma grande crise está na dívida pública. Quanto maior o espaço fiscal a ser utilizado por um país, mais rápida será a recuperação econômica.

Ritschl considera que estamos apenas no começo da crise e não descarta a possibilidade de alcançarmos gravidade semelhante à Grande Depressão do início dos anos 1930. O diagnóstico é sombrio, porém dados mais concretos dependerão do tempo de duração das medidas de isolamento mundo afora.

Não por acaso, tiros de bazuca estão sendo anunciados em várias partes do planeta por governos e banqueiros centrais, na tentativa de evitar uma catástrofe semelhante à Grande Depressão. Obviamente, países com excesso de endividamento, como é o caso de alguns emergentes (incluindo o Brasil) e economias do sul da Europa, a potência da bazuca tende a ser menor e possivelmente a dívida poderá sair de controle no longo prazo.

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O que esperar da quarentena no Brasil? https://financasinteligentes.com/2020/03/o-que-esperar-da-quarentena-no-brasil?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=o-que-esperar-da-quarentena-no-brasil https://financasinteligentes.com/2020/03/o-que-esperar-da-quarentena-no-brasil#respond Thu, 26 Mar 2020 15:31:52 +0000 https://financasinteligentes.com/?p=8534 Nunca antes na história houve uma enxurrada de informações erradas, sensacionalistas e de baixa qualidade. O processo de propagação do coronavírus é extremamente temerário. Essa informação, entretanto, relacionada ao rápido potencial de transmissão do vírus, parece ter aterrissado no Brasil somente agora, com um longo e injustificável delay. A transmissibilidade do vírus Desde o início […]

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Nunca antes na história houve uma enxurrada de informações erradas, sensacionalistas e de baixa qualidade. O processo de propagação do coronavírus é extremamente temerário. Essa informação, entretanto, relacionada ao rápido potencial de transmissão do vírus, parece ter aterrissado no Brasil somente agora, com um longo e injustificável delay.

A transmissibilidade do vírus

Desde o início deste ano já era de amplo conhecimento dos governos, instituições e de grande parte da população que a transmissibilidade do vírus era muito alta. Afinal de contas, não havia nenhum motivo para se chegar à conclusão que um vírus deste tipo seria contido num dos países com maior fluxo de pessoas em trânsito para negócios do mundo.

Caso a China fosse uma ilha pequena no Oceano Pacífico voltada exclusivamente para atividades turísticas, o mundo poderia até fazer uma aposta de que o vírus poderia ser controlado naquela região.

Planilha de Fundos Imobiliários

Portanto, não há qualquer justificativa para a falta de preparo das instituições, governos, imprensa e da própria população, principalmente na parte ocidental do planeta, para lidar com o coronavírus. Inclusive, infelizmente, esta incrível falta de preparo pode custar muito caro à economia, bem como saúde mental de algumas pessoas atualmente ansiosas com o torturante e imprevisível futuro de curto, médio e longo prazo.

Falta de preparo brasileiro

Este texto talvez não vá fornecer o alívio imediato que muitos esperam neste momento, mas sim contribuir para que desta vez algumas pessoas possam encarar a realidade e se preparar para guerra econômica a ser enfrentada adiante. Erramos feio no preparo para o combate ao coronavírus e não podemos dar o luxo de errar novamente.

O Brasil já está devidamente em quarentena para tentar alcançar o achatamento da curva epidemiológica e, também, comprar mais tempo para o sistema de saúde atender a população que necessitará de ajuda.

Entretanto, a quarentena proporciona um efeito colateral nocauteante para a economia, que por sua vez precisará ser enfrentado rapidamente com a união da iniciativa pública e privada.

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Unir esforços e ter foco

Ambas precisam se deslocar na mesma direção e contra-atacar em intensidade semelhante para não haver novos efeitos colaterais no longo prazo.

Este é o momento de grandes empresários, por exemplo, levantar capital ao máximo possível para estimular, inovar e/ou aumentar a produtividade de seus respectivos negócios, para que assim não haja sobrecarga aos cofres públicos. Caso a equação fique muito desequilibrada, desfavoravelmente ao governo, a população brasileira poderá pagar a conta no futuro através de inflação, “default”, enfraquecimento da moeda, aumento de impostos, corte de benefícios ou desemprego.

Ciente da necessidade de partir para guerra econômica após o achatamento da curva epidemiológica, é preciso mensurar o tamanho do monstro a ser enfrentado para utilizarmos as armas mais adequadas.

O impacto da quarentena

O Brasil ainda não possui indicadores econômicos confiáveis que revelam o tamanho do impacto da quarentena em curso. Mas a China, atualmente em ciclo de retomada, já tem os números da sua quarentena e pode ser utilizada de certa forma como referência.

Gráfico PMI China

O Índice Gerente de Compras da China, medido por instituições privadas (Instituto Markit em parceria com o Caixin), afundou de 51,1 pontos em janeiro/2020 para 40,3 pontos em fevereiro/2020, revelando contração agressiva da atividade manufatureira.

É simplesmente a pior queda de toda a história de 16 anos das pesquisas de Índice Gerente de Compras na China, superando até mesmo a intensidade do baque provocado pela crise do supbrime, em 2008.

O índice de atividade de negócios e serviços gerais apresentou uma queda ainda maior na China. O indicador mergulhou de 51,8 pontos em janeiro/2020 para 26,5 pontos em fevereiro/2020, marcando uma pontuação nunca antes registrada na história.

Gráfico de Negócios e Serviços

A queda neste indicador foi maior, comparada ao setor manufatureiro, porque incorpora as atividades comerciais que ficaram totalmente paralisadas durante o Feriado do Ano Novo Lunar, que se estendeu para uma quarentena. Este indicador justifica o tamanho do problema que já está sendo enfrentado pelos comerciantes, prestadores de serviços e autônomos brasileiros.

De volta à ativa

Apesar do declínio assustador, a Bloomberg Economics estima que cerca de 85% da atividade já foi normalizada na China, com exceção da província de Hubei (centro do surto). Já o Ministério do Comércio da China afirma que quase 70% das principais empresas de exportação e importação retomaram suas operações, com capacidade de produção acima de 70%. A taxa de retorno para serviços como restaurantes e hotéis está um pouco menor, em 60%.

Importante salientar que a volta da normalidade na China coincidiu com a quarentena nos países ocidentais, o que impõe uma barreira na velocidade de recuperação de curto prazo. Num cenário de eficácia nas estratégias de achatamento da curva epidemiológica nas economias desenvolvidas, a taxa de retorno para todos os países pode ser ainda maior, pois um bloco inteiro de mercados serão reabertos e conseguirão surfar a mesma onda.

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Estímulos do Governo Chinês

O primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, afirmou que o governo vai otimizar suas políticas para ajudar a recuperação econômica e garantir empregos. O pacote já contou com ajustes na política tributária, cortes de juros, empréstimos mais baratos e aumento de liquidez no sistema financeiro. Chen Yulu, vice-presidente do Banco Popular da China (autoridade monetária local) disse que os indicadores provavelmente mostrarão melhora significativa já no segundo trimestre deste ano.

Portanto, apesar do forte impacto provocado pela quarentena, as autoridades chinesas parecem demonstrar confiança numa rápida recuperação econômica.

O otimismo do governo em relação às perspectivas para a China é muito bem vindo neste momento para o mundo ocidental em pânico pelo coronavírus. Os chineses passaram por todo esse processo e nós podemos fazer o mesmo, sem precisar reinventar a roda, basta seguir o exemplo de quem está à frente.

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Câmbio: o que é e como funciona essa operação https://financasinteligentes.com/2020/03/cambio-o-que-e-e-como-funciona-essa-operacao?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=cambio-o-que-e-e-como-funciona-essa-operacao https://financasinteligentes.com/2020/03/cambio-o-que-e-e-como-funciona-essa-operacao#respond Wed, 25 Mar 2020 14:38:08 +0000 https://financasinteligentes.com/?p=8513 Acompanhar o câmbio é muito importante no dia-a-dia, seja você investidor, empresário ou viajante, por exemplo. A alta variação do câmbio interfere diretamente e de maneira completa em diversos segmentos da economia brasileira. No âmbito dos investidores por exemplo, existe uma grande quantidade de ativos atrelados ao Dólar no mercado financeiro, deste modo, uma grande […]

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Acompanhar o câmbio é muito importante no dia-a-dia, seja você investidor, empresário ou viajante, por exemplo. A alta variação do câmbio interfere diretamente e de maneira completa em diversos segmentos da economia brasileira.

No âmbito dos investidores por exemplo, existe uma grande quantidade de ativos atrelados ao Dólar no mercado financeiro, deste modo, uma grande variação cambial pode influenciar diretamente na performance dos ativos e, consequentemente, na rentabilidade final.

Para os empresários, o câmbio é importante em processos do comércio exterior, isto é, no que tange exportações e importações de mercadorias, onde acontece o processo de fechamento de câmbio, que permite as empresas realizarem a compra ou venda de uma moeda, com a finalidade de receber ou pagar pelos produtos negociados.

E para os viajantes, no momento da viagem você precisa realizar um operação de câmbio da moeda local (real) para a moeda do país estrangeiro, assim será possível  pagar pelos bens e serviços oferecidos no país. Deste modo, Assim, você deve procurar uma casa de câmbio para converter seus reais em dólares ou euros, por exemplo.

O que motiva pessoas e empresas a necessitarem operações de câmbio

Câmbio, no mercado financeiro, é a operação de troca de moeda de um país pela moeda de outro.Quando uma pessoa (física ou jurídica) brasileira tem obrigações em moeda estrangeira, ela precisa fazer a troca desta moeda por reais.

Essas obrigações podem ser originadas por diversos motivos, por exemplo:

  • Transferência de recursos para conta de mesma titularidade no exterior;
  • Investimentos no exterior;
  • Compra ou venda de imóvel;
  • Aporte ou redução de capital em empresas;
  • Compra ou venda de mercadoria/serviços;
  • Compra ou venda de empresas;
  • Manutenção de um parente que estuda no exterior.

Tipos de câmbio

Existem dois tipos principais de câmbio: o Turismo e o Comercial.

Câmbio Turismo: é a cotação utilizada para a compra e venda de moeda estrangeira para viagens internacionais, aquela que você encontra nas casas de Câmbio, por exemplo.

Câmbio Comercial: é a cotação utilizada para operações realizadas no mercado de câmbio, tais como exportações e importações, além transferências financeiras.

Tipos de Operações

Quando a pessoa precisa ENVIAR recursos para o exterior, ela precisa comprar a moeda estrangeira, logo, trata-se de uma operação de VENDA (de moeda estrangeira da instituição financeira para o cliente).

Quando a pessoa precisa RECEBER recursos do exterior, ela precisa vender a moeda estrangeira, logo, trata-se de uma operação de COMPRA (da moeda estrangeira do cliente pela instituição financeira).

As remessas internacionais, em sua grande maioria, são transacionadas pelo SWIFT (Society for Worldwide Interbank Financial Telecomunication) que basicamente, pode ser traduzido em um sistema de troca de mensagens entre os bancos.

Taxa Cambial

A taxa de câmbio deve refletir a relação entre os preços dos bens, serviços e/ou outros fatores de produção domésticos e os preços praticados em outros países.

Sendo assim, é a cotação ou preço em unidades da moeda nacional (Real) em comparação com outra moeda estrangeira, ou seja, a taxa cambial reflete o custo de uma moeda em relação à outra. Por exemplo o Dólar: 1 dólar americano custa R$ 5,20 (Exemplo para taxa cambial entre USD/BRL).

No Brasil, os agentes autorizados referenciam a taxa de acordo com a cotação da moeda, visto que o  Bacen não fixa uma taxa de câmbio específica. Sendo assim, as taxas podem ser livremente negociadas entre instituições e clientes.

Para entendermos melhor como podemos te ajudar com essa operação, criamos uma pesquisa que você pode responder clicando aqui!

Fechamento de Câmbio

O fechamento de câmbio é um processo intermediado pelo Banco Central do Brasil, afim de fiscalizar e regulamentar o mercado, que visa a de conversão de moedas estrangeiras em moeda nacional, no caso do Brasil, o Real.

Vale ressaltar que todas as operações cambiais realizadas devem ser registradas no Sistema de Informações do Banco Central (Sisbacen).

O momento mais apropriado para realizar o fechamento de câmbio depende da necessidade de recursos financeiros, da taxa de juros vigente e da variação da taxa de câmbio entre o fechamento e a liquidação do contrato.

Como fazer um fechamento de câmbio

Para fazer o fechamento de câmbio, a empresa deve ter cadastro em algum agente regularizado pelo Bacen (bancos autorizados ou corretoras de câmbio) escolhida para fazer a operação, apresentar os documentos necessários e assim realizar o cadastro.

Deste modo, a empresa encaminha ao agente autorizado os documentos solicitados para efetuar o pedido da remessa. Após, é realizado a conferência dos documentos relacionados à transação. Feito isso, o próximo passo a negociação da taxa de câmbio.

Por fim, o contrato de câmbio é firmado com todas as informações referentes à operação, em seguida, ocorre o débito ou o crédito do valor negociado. Esse dinheiro, então, é convertido para a moeda do país de destino.

A transação é finalizada por completo quando o valor da transação chega na conta de destino, ou seja, ocorre a liquidação do câmbio. Neste momento, a instituição responsável pela operação emite o código Swift, que identifica a transferência internacional de dinheiro.

Contrato de Câmbio

O contrato de câmbio é documento feito para coleta de informações entre as partes em uma operação de câmbio, que formaliza a troca de moeda estrangeira pela nacional.

No contrato constam os dados relacionados à moeda comprada ou vendida, à taxa cambial negociada e o valor valor correspondente em moeda nacional.

Os contratos de câmbio devem ser registrados pelas agências autorizadas no Sisbacen. Nas operações de compra ou de venda de moeda estrangeira de até US$ 3 mil, ou seu equivalente em outras moedas estrangeiras, não é obrigatória a formalização do contrato de câmbio.

Quer saber mais sobre nossas operações de Câmbio? Converse com um de nossos assessores clicando aqui!

Fonte: Treasy e Suno Research

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Tempos de incertezas no mercado financeiro https://financasinteligentes.com/2020/03/tempos-de-incertezas-no-mercado-financeiro?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=tempos-de-incertezas-no-mercado-financeiro https://financasinteligentes.com/2020/03/tempos-de-incertezas-no-mercado-financeiro#respond Tue, 24 Mar 2020 16:46:28 +0000 https://financasinteligentes.com/?p=8501 Vivemos tempos difíceis de muitas incertezas no mercado financeiro. Nem o mais pessimista indicaria este cenário até poucos dias atrás. Mas diferente de outras crises, essa pegou o mundo de surpresa e foi provocada por uma doença que atinge o mundo todo e tem unido esforços de pesquisadores e governos para combatê-la. Marcas da batalha […]

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Vivemos tempos difíceis de muitas incertezas no mercado financeiro. Nem o mais pessimista indicaria este cenário até poucos dias atrás. Mas diferente de outras crises, essa pegou o mundo de surpresa e foi provocada por uma doença que atinge o mundo todo e tem unido esforços de pesquisadores e governos para combatê-la.

Marcas da batalha

Numa batalha dessas, certamente marcas ficarão, mas também acredito que será uma oportunidade de sairmos mais fortes. As incertezas no nas questões econômicas são imensas e isso traz pânico aos mercados, embora os governos não tenham medido esforços para reduzir os impactos da crise.

Essa crise é diferente da última grande crise (2008) em que houve ganância através de alavancagem imobiliária e os esforços não foram coordenados ou foram tardios. Nesta crise há um esforço conjunto das nações tanto na parte econômica, como na parte de saúde.

Dinheiro e impostos?

Na parte econômica observa-se a política monetária com trilhões de dólares sendo injetados no sistema para promover liquidez e juros tendendo ao campo nulo ou negativo. Na política fiscal através de redução de impostos.

Certamente isso trará consequências no futuro com o excesso de dólares no sistema, mas isso é um problema para o futuro. Ainda há outras ferramentas para serem utilizadas caso o cenário piore.

Na parte de saúde tem-se várias frentes e uma delas é o isolamento das pessoas, porém, a meu ver é insustentável por muito tempo do ponto de vista econômico. No entanto, as pesquisas avançam e há esperança de tratamentos combinados ou alguma flexibilização controlada dos isolamentos.

Ainda tudo bastante incerto nessa linha.

Racional vs Emocional

É importante termos calma neste momento para não tomarmos decisões precipitadas. Cada crise tem sua natureza, mas todas do passado mostraram que os mercados, embora com volatilidade, avançam em uma direção que é crescendo.

O tamanho do estrago vai ditar o tempo para retomada, mas o empenho dos governos é algo bastante positivo. No pânico, o racional é esquecido. Assusta a cobertura dada pela mídia à pandemia, mas em algum momento vão começar as notícias positivas.

Onde é o fundo do poço?

Ninguém tem essa resposta, inclusive, recentemente em uma carta do famoso gestor do Fundo verde, o mesmo reconheceu que comprou ações muito cedo nas primeiras grandes correções da bolsa.

Disse que subestimou a crise, e poderia ter comprado melhor, mas pensando no médio/longo prazo acredita na sua tese. É fundamental considerar que é a análise de um gestor que está também no meio das incertezas no mercado financeiro.

Olhando para o mercado nota-se muitas empresas negociadas bem abaixo do valor patrimonial. Recentemente uma grande construtora situada no estado de São Paulo anunciou um programa de recompra de ações. Na nota ao mercado dessa construtora, considerou que os preços atuais não condiziam com o valor da empresa e, assim, vai recomprar ações. Esta também é uma análise pontual realizada pela empresa.

Valor real vs Valor atual

De fato, na análise de uma empresa, deve-se considerar o fluxo de caixa futuro para se avaliar o valor justo da empresa. Certamente essa crise vai impactar as empresas, a dúvida é se o impacto é tal que se traduz nos preços atuais?

Os fundos de bons gestores estão de olho no mercado avaliando as empresas e onde alocar os recursos. Nessa linha, as escolhas deveriam considerar empresas muito sólidas as quais conseguem passar pelas crises.

O que fazer em momentos de incerteza no mercado financeiro

Em momento de pânico não fazer nada pode ser o melhor a ser feito. São enxurradas de e-mail mandando trocar posições, mandando alocar em seguros e ficamos até tontos.

Resgatar investimentos nesse cenário de emocional à flor da pela o risco é grande de se fazer besteiras. Eu sugiro (quando for fazer alguma mudança) pense como deverá estar o mercado daqui a 5 anos. 

Uma outra sugestão é, se resolver fazer alocação em renda variável, que o faça aos poucos, porque não podemos ter certeza que ainda não haverá mais pânico.

Abra sua conta e comece a investir

É possível que em breve anunciem algum medicamento poderoso que mude os rumos dessa epidemia, mas também é possível que nada disso ocorra para os próximos meses e haja mais pânico com aumento do numero de mortos mundo afora.

Para quem for alocar nesses momentos de pânico, a sugestão é fazer alocações aos poucos pelas incertezas fortes ainda existentes.

As epidemias tem um ciclo

O importante neste momento é manter a calma e cuidar da saúde. No que precisar de mim seja para análise de investimentos, seja para trocar uma ideia ou simplesmente conversar, clique aqui!

Lembre-se que não existem culpados numa crise dessas, ninguém tinha bola de cristal para prever o impacto de um vírus e a prova disso é que as incertezas no mercado financeiro nesse momento continuam enormes.

A diversificação em bons ativos respeitando o perfil de cada um é o que podemos fazer para trazer proteção e certa tranquilidade em momentos de muito estresse dos mercados.

Quer saber mais sobre o cenário atual do mercado financeiro? Clique aqui

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Investimentos no Cenário atual e os Impactos Financeiros do Coronavírus https://financasinteligentes.com/2020/03/investimentos-no-cenario-atual-e-os-impactos-financeiros-do-coronavirus?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=investimentos-no-cenario-atual-e-os-impactos-financeiros-do-coronavirus https://financasinteligentes.com/2020/03/investimentos-no-cenario-atual-e-os-impactos-financeiros-do-coronavirus#respond Fri, 20 Mar 2020 20:56:21 +0000 https://financasinteligentes.com/?p=8493 Estamos vivendo tempos difíceis, em termos de saúde pública e economia mundial, em função dos impactos causados pelo novo coronavírus. Webinar sobre os Impactos do Coronavírus Realizamos um webinar na última quarta-feira (18), onde tratamos de diversos assuntos que impactam os mercados e as economias durante as semanas de quarentena, e o consequente choque de […]

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Estamos vivendo tempos difíceis, em termos de saúde pública e economia mundial, em função dos impactos causados pelo novo coronavírus.

Webinar sobre os Impactos do Coronavírus

Realizamos um webinar na última quarta-feira (18), onde tratamos de diversos assuntos que impactam os mercados e as economias durante as semanas de quarentena, e o consequente choque de demanda, confira alguns dos principais pontos abordados:

– Os impactos do novo Coronavírus na demanda agregada global;- Um paralelo da crise de 2008 com a atual;

– Existe chance de uma crise financeira no crédito privado das empresas nos Estados Unidos?;

– Como os Governos estão lidando com a situação atípica?;

– Qual comportamento o investidor profissional costuma ter nesse momento, baseado em crises anteriores?;

– As oportunidades que aparecem em momentos como esse (consenso gestores e analistas).

Quer saber mais como o Cenário Econômico atual e o Coronavírus impactam em seus investimentos? Converse com um de nossos Assessores clicando aqui!

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Viver de renda com Fundos Imobiliários https://financasinteligentes.com/2020/03/viver-de-renda-com-fundos-imobiliarios?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=viver-de-renda-com-fundos-imobiliarios https://financasinteligentes.com/2020/03/viver-de-renda-com-fundos-imobiliarios#respond Tue, 17 Mar 2020 11:44:00 +0000 https://financasinteligentes.com/?p=8444 No ano de 2019, os Fundos Imobiliários bateram o recorde de 500.000 CPFs cadastrados, sendo que ao final de 2018, estes somavam pouco mais de 200.000. Ou seja, em menos de um ano, o número de investidores mais do que dobrou! Tais dados apenas reforçam o atual cenário de busca por formas alternativas à renda […]

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No ano de 2019, os Fundos Imobiliários bateram o recorde de 500.000 CPFs cadastrados, sendo que ao final de 2018, estes somavam pouco mais de 200.000. Ou seja, em menos de um ano, o número de investidores mais do que dobrou! Tais dados apenas reforçam o atual cenário de busca por formas alternativas à renda fixa, como forma de se obter melhores rentabilidade.

Entretanto, muitos ainda não entendem como funcionam os Fundos Imobiliários e de que forma vem o seu retorno. Assim, este artigo explicará alguns detalhes desta modalidade de investimento e mostrará quanto você precisa ter investido para viver apenas de renda!

O que são Fundos de Investimentos Imobiliários?

Os Fundos de Investimentos Imobiliários, também conhecidos como FIIs, consistem em uma modalidade de investimento de renda variável, negociada por meio da bolsa de valores. Assim, é possível comprar uma ou mais cotas de diversos fundos, da mesma forma que se faz a aquisição de ações.

A diferença dos FIIs para as ações é que seu retorno vem do aluguel de imóveis, e não do desempenho de empresas. Em suma, os investidores adquirem cotas dos Fundos Imobiliários, seja por meio de IPO, Follow-On ou mercado secundário.

IPO: um guia rápido sobre o assunto!

Com o valor arrecadado, o fundo adquire imóveis, os quais são colocados para locação. Assim, os inquilinos realizam o pagamento dos aluguéis, o qual é distribuído entre os cotistas dos fundos. A essa distribuição, dá-se o nome de dividendos ou dividend yield.

Ou seja, investir em FIIs é uma forma inteligente de se investir em imóveis nos mais diversos setores, como: lajes corporativas, logística, shoppings, recebíveis imobiliários e fundos de fundos, conhecidos como FOFs.

Como vem o retorno?

O retorno dos Fundos Imobiliários vem de duas formas distintas:

  1. Valorização das cotas: Como os FIIs são ativos listados na bolsa, eles possuem uma oscilação diária no seu valor, assim como as ações. Desta forma, em uma visão de médio/longo prazo, suas cotas tendem a uma valorização.
  2. Distribuição de dividendos (dividend yeld): Além disso, os FIIs distribuem 95% dos seus rendimentos entre os cotistas. Apesar de possuírem um prazo de 6 meses para realizar essa distribuição, via de regra, ela ocorre mensalmente. Outro ponto muito positivo é que esses rendimentos são isentos de Imposto de Renda!

Aqui, é importante lembrar que a isenção do pagamento de imposto vale apenas para os rendimentos. Se houver ganho de capital nas operações de compra ou venda de cotas, será cobrada a alíquota de 20% sobre o ganho.

Por que optar por FIIs ao invés de imóveis?

Para os investidores mais conservadores, investir em FII pode parecer uma estratégia arriscada, já que estes são negociados em bolsa e tem seu valor variando diariamente. Entretanto, há diversos pontos favoráveis a esta modalidade de investimento.

Facilidade: A aquisição de cotas de FII pode ser feita rapidamente via bolsa de valores, basta enviar uma ordem e receber seus rendimentos mensais.

Já o investimento direto em imóveis pode significar um procedimento moroso, que envolve os mais diversos tipos de burocracia e documentação. Além disso, a relação locatário x locador pode ser extremamente desgastante, tanto em razão da manutenção do imóvel, quanto por fatores relacionados ao atraso/inadimplemento dos locatários.

Liquidez: Da mesma forma que se realiza a compra de cotas de fundos, é possível realizar a venda desses ativos. Ou seja, por serem negociados em bolsa possuem liquidez relativamente alta.

Já a venda de um imóvel pode ser bastante demorada, levando meses ou até anos, a depender da localização e do tipo de imóvel. Além disso, enquanto a venda do imóvel não é feita, ele segue demandando manutenção e pagamento de IPTU. Ou seja, torna-se um passivo.

Imposto de Renda: O imposto de renda que pode chegar a até 27,5% sobre a receita do aluguel, de acordo com a tabela progressiva. Já os FIIs, conforme já comentado, possuem seus rendimentos isentos de IR. Ou seja, é possível ter uma renda mensal isenta do pagamento de impostos.

Invista em Fundos Imobiliários

Conclusão

Se você gosta de investimentos lastreados em imóveis, mas não quer ter todo o trabalho e manutenção que eles exigem, os Fundos Imobiliários são uma ótima opção. Para saber quanto você precisa guardar para viver apenas de rendimentos, baixe nossa planilha! 

Para efetuar o cálculo de rendimento, utilizamos como base o “dividend yeld” do iFIX, que é o indicador do desempenho médio das cotações dos fundos imobiliários negociados nos mercados de bolsa e de balcão. Seria o equivalente ao Índice Bovespa do mercado de ações.

Entretanto, a sua rentabilidade pode variar de acordo com os ativos que você escolher para compor sua carteira de FIIs. Ou seja, o “dividend yeld” do iFIX é utilizado apenas como um parâmetro, vez que leva em consideração todos os Fundos Imobiliários listados em bolsa.

Abra sua conta!

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Resumo dos mercados: Bolsas em queda! https://financasinteligentes.com/2020/03/resumo-dos-mercados-bolsas-em-queda?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=resumo-dos-mercados-bolsas-em-queda https://financasinteligentes.com/2020/03/resumo-dos-mercados-bolsas-em-queda#respond Mon, 16 Mar 2020 15:19:47 +0000 https://financasinteligentes.com/?p=8468 Bolsas em queda! Os mercados mundiais seguem sofrendo com alta volatilidade. Marcado pelos impactos da disseminação do Coronavírus, Guerra Comercial do Petróleo e, no Brasil, o entra e sai dos investidores na Bolsa de Valores. Nova redução emergencial de taxa de juros nos Estados Unidos O Federal Reserve (Banco Central) dos EUA reduziu neste domingo […]

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Bolsas em queda! Os mercados mundiais seguem sofrendo com alta volatilidade. Marcado pelos impactos da disseminação do Coronavírus, Guerra Comercial do Petróleo e, no Brasil, o entra e sai dos investidores na Bolsa de Valores.

Nova redução emergencial de taxa de juros nos Estados Unidos

O Federal Reserve (Banco Central) dos EUA reduziu neste domingo as taxas de juros para quase zero, reiniciou a compra de títulos e juntou-se a outros bancos centrais para garantir liquidez nos empréstimos em dólares e ajudar a colocar um piso sob uma economia global em rápida desintegração durante a crescente pandemia de coronavírus.

 “Os efeitos do coronavírus pesarão na atividade econômica no curto prazo e trarão riscos para as perspectivas econômicas”, afirmou o FED ao cortar as taxas de curto prazo para uma meta de 0% a 0,25% e disse que compraria pelo menos U$ 700 bilhões em títulos nas próximas semanas.

Estratégias de investimentos em momentos de crise!

O FED também disse que apoiaria os bancos norte-americanos a utilizar os “amortecedores” de capital e liquidez criados após a crise financeira de 2008 e reduziria os índices de exigência de reserva para 0% em 26 de março. “Essa ação elimina os requisitos de reserva para milhares de instituições depositárias e ajudará a apoiar empréstimos a famílias e empresas”. 

Bolsas mundiais caem mesmo após anúncio do FED 

Os principais índices futuros de ações do mundo caem de maneira acentuada após anúncio do Federal Reserve e a disseminação da Pandemia do Coronavírus.

O mercado aparentemente deu mais importância à preocupação do Banco Central norte americano em relação ao impactos futuros na economia, do que positivamente às medidas monetárias implementadas.

Índices futuros às 11h13 de 16/03/2020

Investidores internacionais continuam a precificar um cenário muito ruim na economia mundial. Deste modo, a reação do mercado deverá vir em caso de medidas fiscais concretas, e não apenas políticas monetárias expansivas.

Além disso, temos a continuidade da Guerra Comercial pelo preço do barril do Petróleo entre Russia e Arábia Saudita, com a Arábia tentando vender contratos de Petróleo para clientes russos, por um preço menor do que os atuais.

A cotação do Petróleo cai nos mercados internacionais, e no momento, 11h22, as ações da Petrobras (PETR3 e PETR4) caem -14,25% e 16,10%, respectivamente.

Coronavírus: a Crise de 2008 em 2020?

De volta a 2008?

A Bolsa de Valores brasileira precisou de 3050 dias, desde a máxima em 2008, para atingir a sua máxima histórica de 119.527 pontos em 23 de Janeiro de 2020.

Desde a máxima, precisou de 35 dias para cair cerca de 40% e voltar ao melhor patamar do ano de 2008.

Até quando a Bolsa Brasileira irá cair?

A bolsa tende a continuar caindo enquanto durar a crise de venda de ativos no Mercado Internacional e enquanto o comportamento do Investidor estrangeiro continuar a ser de corrida para a chamada “preferência pela liquidez“: venda de ativos de risco e compra de ativos de proteção (Dólar, Títulos do Tesouro norte americano, Iene, Franco Suíço…).

O Ibovespa vem acompanhado fielmente os movimentos internacionais, sendo guiado pelas vendas por parte dos Investidores Estrangeiros (saldo negativo de 40 bilhões em 2020), com forte retirada de capital, ilustrada na tabela abaixo: 

Aplicações de estrangeiros na bolsa

E o comportamento do Investidor Nacional?

Mesmo após as quedas na bolsa, os investidores pessoa física continuam crescendo.

Em uma semana marcada por quatro ‘circuit breakers’, a B3 atraiu mais investidores, que ajustando seu comportamento ao novo rendimento da renda fixa.

Aplicações de pessoas físicas na bolsa

O saldo dos Investidores Institucionais no Brasil (Fundos de Investimento) também foi positivo: 

Portanto, a semana promete alta volatilidade nas bolsas mundiais, novas medidas contra o Coronavírus e novos estímulos por parte dos governos.

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Coronavírus: a Crise de 2008 em 2020? https://financasinteligentes.com/2020/03/coronavirus-a-crise-de-2008-em-2020?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=coronavirus-a-crise-de-2008-em-2020 https://financasinteligentes.com/2020/03/coronavirus-a-crise-de-2008-em-2020#respond Thu, 12 Mar 2020 15:18:01 +0000 https://financasinteligentes.com/?p=8450 Não estamos vivendo um momento como o da Crise de 2008, que foi uma crise econômica e não apenas financeira (sell off) em venda de ativos como a atual que estamos vivendo. Essa crise ainda não teve impactos discrepantes na economia real (como quebras de bancos e grandes empresas). Para que isso não aconteça, para […]

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Não estamos vivendo um momento como o da Crise de 2008, que foi uma crise econômica e não apenas financeira (sell off) em venda de ativos como a atual que estamos vivendo. Essa crise ainda não teve impactos discrepantes na economia real (como quebras de bancos e grandes empresas).

Para que isso não aconteça, para que essas vendas e as restrições causadas pelo Coronavírus não restrinjam o crédito privado transmitindo a crise para economia real o mercado financeiro está “pressionando” os Governantes para medidas mais enérgicas, não apenas monetárias, mas também fiscal, sobretudo na China e Estados Unidos.

Cenário atual

Mas diante do cenário atual de correções nos mercados, podemos usar o exemplo (radical) de 2008 para avaliarmos o que aconteceu na Bolsa Brasileira:

Gráfico 1: Ibovespa na Crise de 2008

Este gráfico acima é o do Ibovespa durante a Crise de 2008, no momento de pânico depois da quebra do Banco Lehman Brothers, as ações começaram a precificar uma crise econômica, com forte saída de investidores estrangeiros do Brasil.

Comportamento dos investidores na crise

Naquela época o Ibovespa caiu cerca de 60% em 3 meses, e levou 14 meses para recuperar o mesmo valor, depois de medidas econômicas Governamentais. Nesse cenário 3 comportamentos de investidores podem ser observados:

Primeiro cenário (pânico): Embora maioria dos Investidores estivessem posicionados anteriormente ao pico, muitos realizaram os prejuízos vendendo suas ações durante a queda total de 59%.

Segundo cenário (resiliência): Os Investidores que permaneceram com suas ações e fundos recuperaram valor investidos em 14 meses (no pior cenário de ter comprado no topo). Fundos de ações recuperam antes com menos risco (volatilidade) devido a diversificação e de maneira mais valorizada do que o Ibovespa.

Terceiro cenário( oportunidades): Investidores que permaneceram com seus ativos, e possuíam disponibilidade de recursos para realizar compras ao longo das quedas, conseguiram aproveitar parte da subida de 143% que aconteceu do pior cenário ao pico seguinte. Depois dos 25% em média dos aportes, agora estamos esperando maiores correções e desdobramentos internacionais para posicionar novas compras.

Consenso do mercado

Assistindo os Gestores de Fundos e Investidores Profissionais nos Estados Unidos entre ontem e hoje, o consenso entre eles é: As medidas do Governo até agora foram interpretadas como insuficientes e que diante desse cenário, novas quedas virão, precificando o risco de uma transmissão financeira para a economia real por meio da restrição de crédito. Seguimos monitorando, fazendo um filtro das informações com fontes seguras e tentando trazer dados que nos auxiliem no processo decisório.

CDS

Um dos principais indicadores que monitoramos é o CDS (Credit Default Swap) tambem chamado de Risco País, ele é um dos principais indicadores de risco e disparou, influenciando a renda variável pois é inversamente proporcional à Bolsa (gráfico abaixo).

Gráfico 2: CDS vs Ibovespa

O indicador mais utilizado por analistas fundamentalistas para medir o preço de uma ação é o P/E ou P/L (Preço por lucro). Conforme gráfico abaixo, o PL da Bolsa Brasileira já caiu muito em relação ao nível (natural para mercado otimias e perspectivas de lucros crescendo) que vinha sendo negociado.

Abra sua conta na XP Investimentos!

Hoje devido a saída de capital estrangeiro por conta da crise internacional que se configura, ja está negociando abaixo da média histórica, deixando a bolsa brasileira “barata” em relação ao lucro das empresas. Porém sabemos que em movimentos atípicos como este o curto prazo pode cair ainda mais, portanto, será uma boa oportunidade, mas o ideal é aguardar a estabilização internacional.

Gráfico 3: Histórico P/L Ibovespa – 10 anos

Quando os mercados vão se acalmar?

Em meio à incerteza sobre o Coronavírus e os preços do petróleo, passamos por período de alta volatilidade no Brasil em função dos acontecimentos Internacionais. Não é a primeira vez que isto acontece, mas quando os mercados vão se acalmar?

Deste modo, acreditamos que dependerá muito dos impactos observados, e ainda incertos, na economia real. Se afastando um pouco do efeito midiático e de pânico vivenciado nos dias atuais. Em paralelo a isso, a velocidade e intensidade dos movimentos dependerão das medidas anunciadas pelos Governos, sobretudo Americano e Chinês, nos próximos dias.

Download Planilha Aposentadoria

Quanto tempo dura o pânico?

Segundo estudo da XP Investimentos, adotando o S&P 500 (principal índice de ações Norte Americano) como indicador de atividade global e analisando os eventos anteriores, pode-se gerar uma estimativa de quanto tempo o mercado levou para se recuperar de acordo com o impacto dos eventos.

Em 2020, com o impacto do Coronavírus e dos preços do petróleo, o S&P rompeu a barreira dos 10% de queda em 24 de fevereiro. De acordo com o estudo, em momentos em que o S&P caiu 10% ou mais, os mercados demoraram cerca de 4 meses para se recuperarem.

Gráfico 4: Tempo de recuperação S&P 500

O que o investidor deve fazer?

Desde a segunda feira de Carnaval, dia 24, quando mercado estava fechado no Brasil, viemos trazendo dados sobre esse momento atípico para auxilar o investidor no processo decisório. Nosso entendimento é de que o investidor posicione sua carteira de renda variável para longo prazo, fugindo das altas volatilidades.

Aqueles que estão abaixo da alocação em ações recomendada para o seu perfil ou seus objetivos, aproveite a oportunidade para aumentar sua exposição de forma gradual, temos recomendações de bons produtos. Por ser um movimento de proporções Geopolíticas mundiais, é mais difícil prever exatamente o ponto mais baixo do atual movimento de mercado, porém, isto não é necessário para fazermos bons investimentos.

Com base no cenário de longo prazo, a bolsa de valores apresenta o maior retorno potencial para os próximos anos e o investidor que montar sua posição gradativamente ao longo das semanas tende a capturar este prêmio.

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Circuit Breaker e o declínio do Ibovespa https://financasinteligentes.com/2020/03/circuit-breaker-e-o-declinio-do-ibovespa?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=circuit-breaker-e-o-declinio-do-ibovespa https://financasinteligentes.com/2020/03/circuit-breaker-e-o-declinio-do-ibovespa#respond Mon, 09 Mar 2020 20:26:16 +0000 https://financasinteligentes.com/?p=8435 Confira um resumo dos impactos sobre o Ibovespa, no dia de circuit breaker e a maior queda desde o Joesley Day! Petróleo O jornal britânico Financial Times informou neste domingo (8) que a Arábia Saudita adotou medidas de retaliação contra a Russia, aumentando nível de produção de Petróleo para derrubar os preços. Fato acontece depois […]

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Confira um resumo dos impactos sobre o Ibovespa, no dia de circuit breaker e a maior queda desde o Joesley Day!

Petróleo

O jornal britânico Financial Times informou neste domingo (8) que a Arábia Saudita adotou medidas de retaliação contra a Russia, aumentando nível de produção de Petróleo para derrubar os preços. Fato acontece depois do fracasso na negociação sobre o preço do Barril do Petróleo na semana passada, na reunião da Opep.

“O barril a US$ 20 está chegando”, disse Ali Khedery, ex-conselheiro da petroleira americana Exxon no Oriente Médio e executivo-chefe da Dragoman Ventures, sediada nos Estados Unidos. “Implicações geopolíticas enormes estão a caminho”, escreveu Khedery no Twitter.

O Preço do Barril do Petróleo cai fortemente hoje ( mais 20% de queda) nas Bolsas Internacionais, que somados a continuidade de transmissão do Coronavirus, leva os índices Futuros das Bolsas Norte Americanas para mais quedas.

Desde que o novo Governo tomou posse no Brasil, com uma política mais liberal na Petrobras, as ações da Petrolífera brasileira acompanham fielmente o preço do barril de Petróleo no mercado internacional, conforme gráfico abaixo.

PETR4 vs Petróleo WTI

Caso continuem essas quedas internacionais ao longo da semana, o Ibovespa pode vir buscar a seguinte região de preço: 78 mil pontos (-20%), como alvos técnicos de baixa.

Comportamento do Ibovespa: principais “flash crashes”

✔Ataque às Torres Gêmeas
– Setembro de 2001
– Queda de -27,9% em 11 dias
– Recuperação de 52% em 82 dias – Saldo final: +9,6%;

✔Crise de 2008 (maior Crise Financeira da História desde 1929):
– Queda de -58% em 5 meses
– Recuperação de 125% em 1 ano;

✔Delação de Joesley Batista
– Maio de 2017
– Queda de -12,17% em 2 dias – Recuperação de 26% em 86 dias – Saldo final: +10,6%

✔Greve do Caminhoneiros – Maio de 2018 – Queda de -20,24% em 25 dias – Recuperação de 40% em 165 dias – Saldo final: +11,6%
Ou seja, por mais brusca que seja a queda, existe um padrão de recuperação no médio/longo prazo.

Circuit Breaker

Hoje, por volta das 10h30 da manhã, o Ibovespa caiu 10,02% e o circuit breaker foi acionado. O circuit breaker é uma ferramenta de segurança que interrompe todas as operações da Bovespa em movimentos de queda acentuada.

Quando o Circuit Breaker é acionado?

  • Ibovespa caiu mais de 10%, pausa de 30 minutos;
  • Ibovespa caiu mais de 15%, pausa de 60 minutos;
  • Ibovespa caiu mais de 20%, operações suspensas no dia.

Investir em momentos de crise

Em setembro do ano passado fizemos um Webinar onde demonstramos muito do comportamento dos investimentos em um cenário de alta volatilidade e aversão ao risco internacionalmente, como o de agora.

O impacto e cenário projetados, bem como produtos escolhidos como oportunidades, foram bem assertivos pro momento que estamos vivendo, confira clicando aqui!

Assista ao meu vídeo:

Quer saber mais sobre como o Cenário Macroeconômico impacta em seus investimentos? Converse com um de nossos assessores clicando aqui!

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A queda do Ibovespa e o Coronavírus https://financasinteligentes.com/2020/02/a-queda-do-ibovespa-e-os-impactos-do-coronavirus?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-queda-do-ibovespa-e-os-impactos-do-coronavirus https://financasinteligentes.com/2020/02/a-queda-do-ibovespa-e-os-impactos-do-coronavirus#respond Thu, 27 Feb 2020 19:46:24 +0000 https://financasinteligentes.com/?p=8421 A volta do feriado de Carnaval foi tensa no mercado financeiro brasileiro em função do Coronavírus. No entanto, sem sofrer os impactos que as bolsas ao redor do mundo sofreram na Segunda e Terça-feira, o impacto veio todo na Quarta-feira (26/02). O Ibovespa teve o pior pregão desde o “Joesley Day”, há quase 3 anos. […]

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A volta do feriado de Carnaval foi tensa no mercado financeiro brasileiro em função do Coronavírus.

No entanto, sem sofrer os impactos que as bolsas ao redor do mundo sofreram na Segunda e Terça-feira, o impacto veio todo na Quarta-feira (26/02). O Ibovespa teve o pior pregão desde o “Joesley Day”, há quase 3 anos.

A queda das Bolsas de Valores

O maior índice da Bolsa de Valores do Brasil sofreu uma queda brusca de 7% no primeiro pregão pós-Carnaval.

A folia acabou depois da confirmação de novos casos do Coronavírus fora da China. Mais casos no Japão e Coréia do Sul. Novos Casos na Itália, França e Alemanha. Uma possível disseminação do vírus nos Estados Unidos. No Brasil, tivemos o primeiro caso confirmado no dia de ontem (26/02).

S&P 500, Dow Jones e Nasdaq bateram recordes nas últimas semanas, entretanto, com a notícia relacionada ao Coronavírus, os ganhos começaram a diminuir à medida que o mundo foi impactando pelo crescimento dos casos confirmados fora da China.

O Brasil não sofria uma correção dessa, desde o “Joesley Day“, onde o índice caiu 8,8% no dia 18 de maio de 2017.

Correções da Bolsa de Valores

Correções como essa, de queda acentuada, ocorrem após uma sequência de altas (em momentos de otimismo/Bull Market), como tivemos no final de dezembro de 2019. Deste modo, essas quedas são fortes, normalmente acompanhadas de muitas notícias ruins e que assustam o mercado e os investidores.

Grandes correções do Ibovespa:

2001: Ataque terrorista – 11 de setembro

2008: Crise Imobiliária nos EUA

2017: Joesley Day

2020: Coronavírus

Maiores quedas do Ibovespa desde 2015:

26/02/2020 | -7,00%

06/02/2019 | -3,74%

28/05/2018 | -4,49%

18/05/2017 | -8,80%

02/02/2016 | -4,87%

13/10/2015 | -4,01%

blog post ETF

Impactos do Coronavírus

Além de derrubar as bolsas de valores ao redor do mundo, o vírus também impactou nos ETFs, ADRs, títulos do tesouro americano, Dólar (que atingiu seu maior valor nominal da história: R$4,50) e na cadeia de suprimentos de forma global, gerando paralisação de algumas atividades nos países.

Sendo assim, no curto prazo, é possível que os preços das ações brasileiras ligadas à economia global continuem pressionadas, como empresas de commodities (Suzano e Vale), frigoríficos exportadores (JBS, BRF e Marfrig), companhias aéreas e de turismo (Golz, Azul e CVC).

Por exemplo, as companhias aéreas, Gol e Azul, cairam 14,31% e 13,3%, respectivamente. Já a CVC obteve queda superior a 11%.

Outro exemplo é a Apple, que afirmou que não irá alcançar sua meta de receita em função do Coronavírus, por exemplo.  o Comitê Olímpico Internacional está de olho na disseminação do Vírus e a ideia de cancelar as Olimpíadas não está descartada.

Bolsas Globais

gráfico das bolsas: S&P500, MSCI World e STOXX 600 Europe

Fonte: XP Investimentos

E agora?

O Centro de Ciência e Engenharia de Sistemas da Universidade Johns Hopkins criou um mapa monitora o avanço mundial da Covid-19, doença causada pelo coronavírus. Acesse o mapa clicando aqui.

Alguns países como Rússia, Israel, China e Estados Unidos, buscam desenvolver uma vacina contra o Covid-19 o quanto antes.

Portanto, resta aguardar e continuar monitorando a disseminação e impactos do Coronavírus ao redor do mundo.

Quer saber mais sobre os impactos do Coronavirus sobre os seus investimentos? Converse com um de nossos Assessores clicando aqui!

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